Mulher morre após suspeita de intoxicação em piscina de academia em SP

Tragédia ocorre em meio a aulas de natação na C4 GYM

Juliana Faustino Bassetto, de 27 anos, morreu após nadar em piscina contaminada.

A morte de Juliana Faustino Bassetto, de 27 anos, no último sábado (7), levanta questões alarmantes sobre a segurança em academias e piscinas. A vítima, que era professora, participava de aulas de natação na C4 GYM em São Paulo junto ao seu marido, Vinicius de Oliveira, há cerca de 11 meses. O trágico episódio deixou não apenas a comunidade local em choque, mas também gerou um debate sobre a responsabilidade das academias em garantir condições seguras para seus frequentadores.

A gravidade da situação na piscina

As autoridades investigam o caso, e a principal hipótese é que Juliana tenha sido intoxicada ao inalar uma mistura de produtos químicos usados para a limpeza da piscina. Durante a aula, tanto ela quanto Vinicius relataram sentir um odor e gosto anormais na água, levando-os a comunicar o professor responsável. Essa situação crítica culminou em sua hospitalização, onde, infelizmente, o estado de Juliana se agravou rapidamente, resultando em uma parada cardíaca fatal. Vinicius, que também foi afetado, segue internado em estado grave, assim como um adolescente de 14 anos que estava presente.

Intervenção das autoridades

Após o incidente, a Vigilância Sanitária interditou a academia, que operava sem alvará. Em nota, a direção da C4 GYM expressou suas condolências e afirmou que estava prestando todo o suporte necessário às famílias envolvidas, além de se comprometer a cooperar com as investigações. A falta de licenciamento adequado e as condições insalubres levantam questões sobre a fiscalização de estabelecimentos que oferecem serviços de saúde e bem-estar.

Consequências e reflexões sobre segurança

A tragédia em São Paulo não é um caso isolado. Ao longo dos anos, diversas situações semelhantes foram relatadas, onde a falta de cuidados com produtos químicos e a ausência de protocolos adequados resultaram em consequências graves para os usuários de academias e outros espaços recreativos. Este incidente serve como um alerta não apenas para a comunidade local, mas também para autoridades de saúde pública e órgãos reguladores, que devem intensificar a fiscalização e garantir que as academias sigam normas rigorosas de segurança.

Conclusão

A morte de Juliana Faustino Bassetto traz à tona a necessidade urgente de revisar e fortalecer as regulamentações em ambientes onde há risco de exposição a substâncias químicas. As famílias afetadas merecem respostas e justiça, enquanto a sociedade precisa exigir que as autoridades competentes tomem medidas eficazes para evitar que tragédias como esta se repitam.

Fonte: portalleodias.com

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