Olimpíadas de Inverno: muito além do que aparece no noticiário (Parte 1)

Quando as Olimpíadas de Inverno entram em pauta, a maioria das pessoas pensa imediatamente em snowboard ou em descidas de esqui. Mas essa é apenas uma pequena parte de um programa esportivo muito mais amplo e diverso do que normalmente imaginamos.

Os Jogos de Inverno são organizados, essencialmente, em dois grandes ambientes competitivos: os esportes disputados no gelo e aqueles realizados na neve. Essa divisão não é apenas geográfica ou estética. Ela determina dinâmicas completamente diferentes de desempenho, técnica e preparação dos atletas.

No gelo, predominam modalidades em que controle, precisão e velocidade extrema são determinantes. É o caso do curling, que à primeira vista pode parecer simples, mas envolve estratégia refinada e leitura milimétrica da pista. O hóquei no gelo traz intensidade física e tomada de decisão em altíssima velocidade.

Há ainda as provas mais radicais do programa olímpico: bobsled, luge e skeleton. Nessas modalidades, atletas descem pistas congeladas que funcionam como verdadeiros túneis de gelo, alcançando velocidades superiores a 120 km/h. No skeleton, especificamente, o competidor desce de cabeça, com o rosto a poucos centímetros da pista, exigindo não apenas técnica, mas enorme controle emocional.

Essa é apenas metade do universo olímpico de inverno. Na Parte 2, vamos entender como os esportes disputados na neve ampliam ainda mais essa diversidade e por que eles exigem capacidades físicas tão diferentes entre si.

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