Uso da inteligência artificial cresce nas empresas brasileiras e já transforma resultados operacionais

Casos de empresas atendidas pela StrayaAI, referência no setor, mostram aumento de conversão, eficiência operacional e melhoria na experiência do cliente

O uso de inteligência artificial nas empresas brasileiras cresceu rapidamente em 2025 e começa a gerar resultados concretos em eficiência, receita e experiência do cliente. O uso de inteligência artificial no ambiente corporativo brasileiro ganhou escala nos últimos anos. Segundo a pesquisa Global AI Adoption Index 2024, da IBM, cerca de 41% das empresas no Brasil já utilizam ou exploram ativamente soluções de IA em suas operações, enquanto outras 30% avaliam implementar a tecnologia nos próximos anos. O movimento reflete a busca por mais eficiência operacional, redução de custos e maior competitividade em mercados cada vez mais digitais.

Nesse cenário, empresas especializadas em implementação de inteligência artificial têm ampliado sua atuação. A Straya AI, empresa referência no setor de IA no Brasil, por exemplo, atua na aplicação prática da tecnologia em áreas como atendimento, vendas, operações e análise de dados. A proposta da empresa é integrar a IA diretamente aos fluxos de trabalho das organizações, permitindo automação de processos repetitivos, integração de sistemas e maior velocidade na execução das tarefas. “A inteligência artificial gera ganho real quando deixa de ser experimento e passa a operar no centro dos processos. Quando a empresa automatiza fluxos repetitivos e integra dados, ela melhora margem, acelera resposta e aumenta conversão. Competitividade hoje passa por fazer mais, melhor e mais rápido, com previsibilidade”, afirma Fabio Tiepolo, CEO e fundador da startup.

Os resultados aparecem em diferentes setores. No dr.consulta, por exemplo, a implementação das soluções da empresa resultou em crescimento de 280% na captação de pacientes para linhas de cuidado, com taxa de conversão de 30% nessa frente. A operação também registrou 10% de conversão em agendamentos via WhatsApp, aumento de 67% no volume de consultas e mais de R$ 1 milhão mensais em agendamentos realizados pela plataforma, além de NPS de 95% nas interações automatizadas. Outro caso é o do Hospital Santa Joana, que passou a utilizar a assistente virtual “Madrinha Joana”. Com o sistema, a instituição alcançou tempo médio de resposta inferior a cinco segundos, com 99,4% das mensagens respondidas automaticamente. A solução também identificou mais de 3 mil potenciais riscos em interações com pacientes e registrou NPS de 94% na experiência digital.

Na área de saúde suplementar, a Unimed Paraná implementou a operação Unicall com apoio da Straya AI. Os primeiros resultados mostram retenção de 51% no fluxo de liberação de guias e 53% no fluxo de emissão de boletos. A expectativa é que a retenção total das interações evolua de 12% para até 50%, ampliando a eficiência do atendimento e reduzindo a sobrecarga das equipes. Segundo Tiepolo, os ganhos mais rápidos costumam surgir em áreas com grande volume operacional, como atendimento, vendas e operações. “A IA resolve problemas ligados a custos elevados, processos manuais e lentidão na resposta ao cliente. Quando aplicada corretamente, ela padroniza processos, reduz erros e aumenta a capacidade de escala das empresas”, explica.

Para os próximos anos, a expectativa é de expansão ainda maior da tecnologia no ambiente corporativo brasileiro. A tendência é que a inteligência artificial deixe de ser apenas ferramenta de automação e passe a apoiar diretamente decisões estratégicas, transformando dados em insights e orientando ações em tempo real. “Nesse contexto, empresas que integrarem a IA à operação e à gestão tendem a consolidar vantagem competitiva em seus mercados”, completa o especialista.

 

 

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