Protesto em Munique contra regime iraniano reúne 200 mil pessoas

Apoio ao líder oposicionista Reza Pahlavi mobiliza multidão nas ruas da Alemanha.

A manifestação em Munique, convocada por opositores ao regime do Irã, foi apoiada por 200 mil pessoas e teve a presença do líder Reza Pahlavi.

A manifestação em Munique do último sábado (14/2) foi um marco significativo para os apoiadores da oposição iraniana, reunindo um número expressivo de participantes em um ato contra o regime do Irã. Com a presença de Reza Pahlavi, filho do xá deposto, o evento foi organizado pela ONG The Munich Circle, que atua na defesa dos direitos humanos no país.

Contexto do Protesto

O protesto ocorreu em um momento conturbado na história recente do Irã, onde uma onda de manifestações populares foi reprimida com violência, resultando em milhares de mortos. A figura de Pahlavi é controversa, já que ele representa uma era anterior à Revolução Islâmica de 1979, que instituiu um regime teocrático. Este ato em Munique, além de ser um chamado à ação, é emblemático da luta por liberdade e democracia que muitos iranianos desejam ver em seu país.

Detalhes da Manifestações

Segundo estimativas da polícia, cerca de 200 mil pessoas participaram do ato, superando as expectativas da organização, que esperava 100 mil manifestantes. Os participantes carregavam bandeiras do Irã pré-revolucionário e cartazes com o rosto de Pahlavi, clamando por mudanças profundas na estrutura política do país. Durante o evento, Pahlavi fez um apelo direto ao presidente americano Donald Trump, solicitando apoio para a luta do povo iraniano e enfatizando a necessidade de um novo regime no Irã.

Consequências e Futuro

As palavras de Pahlavi ecoaram em um momento em que a tensão entre os EUA e o Irã continua a aumentar. A administração Trump, em resposta aos tumultos internos no Irã e às provocações do regime, mobilizou forças militares na região do Golfo. A situação de instabilidade pode levar a uma escalada no conflito, e os protestos em Munique poderiam ser o catalisador para ações mais decisivas do Ocidente. O futuro do Irã permanece incerto, mas a voz da oposição se torna cada vez mais ressonante em meio ao clamor por justiça e liberdade.

Conclusão

O ato em Munique não é apenas uma manifestação, mas um reflexo da luta por um Irã democrático e secular. A mobilização de 200 mil pessoas demonstra a força da oposição e a necessidade de um diálogo internacional que promova a paz e a estabilidade na região. A história do Irã, marcada por revoluções e tensões políticas, continua a ser escrita, e o clamor por liberdade ecoa além das fronteiras do país.

Fonte: www.metropoles.com

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