O líder supremo do Irã, Mojtaba Khamenei, destacou em uma postagem no Telegram que 'assassinatos e crimes' não irão impedir as Forças Armadas iranianas. A declaração foi feita em um contexto de luto pela morte do general Majid Khademi, chefe de Inteligência da Guarda Revolucionária, que foi considerado por Israel como um caso de 'terrorismo'.
A tensão entre Israel e Irã vem se intensificando, especialmente após declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Ele se referiu aos iranianos como 'animais' e indicou que tomaria o petróleo do Irã, ao mesmo tempo que expressou o desejo de encerrar os combates, conforme a vontade dos cidadãos americanos.
Trump também rejeitou uma proposta de cessar-fogo mediada pelo Paquistão, alegando que o acordo não era suficientemente bom. O Irã, por sua vez, também se opôs à proposta, enfatizando a necessidade de um acordo que finalize a guerra, e não apenas uma trégua temporária.
Além disso, Trump ameaçou atacar infraestrutura civil do Irã caso o governo não reabra o Estreito de Ormuz até uma data específica. O governo iraniano manifestou preocupação de que tais ataques possam ser caracterizados como crimes de guerra, conforme as normas do direito internacional que proíbem o ataque a alvos civis durante conflitos.