Marina Silva, candidata ao Senado pela Rede, foi vítima de uma tentativa de agressão durante a primeira agenda da campanha de Fernando Haddad, realizada no centro de São Paulo nesta segunda-feira, 17 de agosto. O ataque ocorreu por parte de um homem que não foi identificado e que precisou ser contido por assessores de Haddad.
O agressor se aproximou de Marina e chegou a tocá-la, questionando: "Quer voltar para a cena do crime?". A situação foi rapidamente controlada, mas gerou preocupação entre os presentes. Após o incidente, Fernando Haddad destacou a dedicação de Marina às causas sociais e afirmou que não permitirá que ela seja intimidada por ações desse tipo, atribuindo a agressão à extrema direita.
"Ele se atirou na frente com agressividade. Era um homem com gestual muito agressivo, mas sei que eles vão fazer isso. Hoje foi comigo. Eu espero e trabalharei muito para que esses sejam episódios isolados", declarou Marina Silva, reafirmando seu compromisso com a campanha.
O episódio aconteceu no início das atividades de campanha de Haddad, que estava acompanhado de sua esposa, Ana Estela, e das candidatas ao Senado, Marina Silva e Simone Tebet, do PSB. Este evento ocorreu um dia após Haddad ter estado ao lado do presidente Lula em São Bernardo do Campo, marcando o início das mobilizações para as eleições.
A situação gerou repercussão nas redes sociais, onde diversos apoiadores expressaram solidariedade a Marina e condenaram a tentativa de agressão. A segurança em eventos políticos tem se tornado um tema recorrente, especialmente em tempos de polarização política, e o episódio levanta questões sobre a proteção de candidatos e a integridade dos atos democráticos.