No dia 8 de abril de 2026, Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, informou que o Líbano, que está sob ataques de Israel, não está incluído no acordo de cessar-fogo entre os EUA e a República Islâmica do Irã. A declaração foi reportada por veículos de imprensa dos EUA.
Em uma comunicação com o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, revelou que Trump não se opôs à continuidade dos ataques israelenses AO Líbano. Essa postura dos EUA contrasta com a posição do Paquistão, que mediou o acordo e organizou negociações para o término do conflito.
O primeiro-ministro do Paquistão, Shehbaz Sharif, havia anunciado um cessar-fogo entre a República Islâmica do Irã e os EUA, afirmando que o Líbano seria incluído na trégua. Em suas redes sociais, Sharif destacou a importância do acordo e sua implementação imediata.
O Irã reafirmou que o Líbano está abrangido pela trégua, mas, em resposta aos ataques israelenses, fechou o Estreito de Ormuz e ameaçou romper o cessar-fogo. O governo iraniano TAMBÉM se comprometeu a retaliar contra Israel pelos ataques AO Hezbollah, anunciando que suas Forças Armadas estão em alerta para identificar alvos.
Israel intensificou os ataques AO Líbano, considerando-os os maiores desde o início do conflito em 28 de fevereiro. O governo libanês relatou que mais de 1.500 pessoas faleceram e cerca de 4.800 ficaram feridas devido aos bombardeios israelenses desde o começo da guerra.
Os ataques israelenses atingiram não apenas o sul do Líbano, mas TAMBÉM áreas como Beirute e o Vale do Beqaa, com o objetivo de neutralizar o Hezbollah, grupo considerado terrorista e aliado do Irã na região.