Na noite de quarta-feira (8), o Hezbollah, grupo extremista libanês aliado ao Irã, declarou ter disparado foguetes em direção ao norte de Israel. Essa ação foi uma retaliação a violações do cessar-fogo, que inclui ataques israelenses ao território libanês, considerados os mais intensos desde o início do conflito.
Em um contexto mais amplo, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez críticas à Otan após uma reunião com o secretário-geral da aliança, Mark Rutte. Trump expressou desapontamento com os aliados europeus e afirmou que a organização não teve apoio quando mais precisou.
Além disso, agências iranianas relataram que um drone israelense foi abatido na cidade de Shushtar, resultando em ferimentos em seis membros de uma família, incluindo a morte de uma menina de 7 anos. O governo iraniano também anunciou alternativas para evitar minas marinhas no Estreito de Ormuz.
Trump ainda se manifestou sobre a situação do Líbano, afirmando que este país não faz parte do acordo de cessar-fogo com o Irã, e destacou que a luta entre Israel e o Hezbollah deve ser tratada separadamente das negociações de paz.
O governo dos EUA está considerando penalizar alguns membros da Otan que não contribuíram suficientemente com os esforços de guerra contra o Irã, o que inclui a possibilidade de realocação de tropas americanas para países mais colaborativos.
Em meio a esse cenário, o vice-presidente JD Vance declarou que, embora os iranianos acreditassem que o cessar-fogo incluísse o Líbano, os EUA não reconhecem essa interpretação.