De acordo com os promotores, os réus estavam organizados em funções distintas dentro da quadrilha, com alguns encarregados da importação de matérias-primas, outros da fabricação das drogas e outros da distribuição. Os investigadores relataram a apreensão de mais de 750 quilos de drogas e insumos para produção, o que reforça a gravidade das atividades do grupo.
Esse caso destaca a crescente preocupação das autoridades egípcias com o tráfico de drogas e o envolvimento de figuras públicas em atividades ilícitas, refletindo um desafio contínuo para o sistema judiciário do país.