ALEXANDRE de MORAES acusa André Mendonça de ilegalidades em defesa ao STF

O MINISTRO ALEXANDRE de MORAES, em um documento de 44 páginas protocolado na presidência do SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL (STF), denunciou a atuação do colega André Mendonça como 'ilegal'. Na defesa apresentada, MORAES usou a palavra 'ilegal' em 26 ocasiões, sustentando que Mendonça fez uso de relatórios apócrifos da Polícia FEDERAL para embasar suas alegações. A apresentação da defesa ocorreu a menos de 12 horas do início da sessão do STF que analisará um pedido de investigação contra MORAES.

MORAES argumenta que a conduta de Mendonça é motivada por intenções político-eleitorais, afirmando que há uma 'tentativa de vingança' por parte de aliados de quem busca desestabilizar a DEMOCRACIA no Brasil. O MINISTRO enfatizou que, apesar dos acontecimentos de 8 de janeiro de 2023, a tentativa de golpe não terminou, mas mudou sua forma de agir, e que o STF se manterá firme na proteção da Constituição e da DEMOCRACIA.

No documento, MORAES também se defendeu de acusações relacionadas ao Banco Master e ao escritório de sua esposa, Viviane Barci, afirmando que não há evidências de qualquer conduta IRREGULAR ou infração penal de sua parte. Ele reforçou que a Operação Compliance Zero foi bem-sucedida, resultando na prisão de Daniel Vorcaro sem indícios de vazamentos.

O MINISTRO classificou as alegações sobre supostas MENSAGENS trocadas entre ele e Vorcaro como 'fantasiosas' e 'mentirosas'. MORAES negou a existência de tais MENSAGENS e criticou a análise que sugere a autoria das comunicações, argumentando que essas conclusões são baseadas em interpretações subjetivas e direcionadas por Mendonça.

MORAES ainda destacou que os relatórios da Polícia FEDERAL, por serem apócrifos e sem valor probatório, não devem ser utilizados como prova isolada. Ele comparou esses documentos às Colaborações Premiadas, que necessitam de comprovação adicional. O MINISTRO informou que solicitará ao presidente do STF a intimação de testemunhas que presenciaram os pedidos de Mendonça para que a Polícia FEDERAL tomasse medidas contra ele, além de mencionar o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, no contexto dessas colaborações.

A análise da situação se intensifica à medida que o STF se prepara para discutir a abertura de investigações sobre MORAES, enquanto ele se defende das acusações feitas por Mendonça. A tensão entre os ministros do STF reflete o clima político atual e as questões relacionadas à integridade das instituições do país.

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