O ator Bruno Fagundes comentou recentemente sobre a escolha de Juliano Floss para um papel na nova novela, expressando sua preocupação com a tendência de priorizar celebridades em vez de atores com formação e experiência. Ele destacou que, embora o carisma seja um atributo valioso, a habilidade técnica e a vivência de um ator são essenciais para uma interpretação convincente. Bruno citou o dramaturgo Nelson Rodrigues, afirmando que "carisma não segura cena, não basta pra trazer verdade ao texto".
Além disso, Fagundes reconheceu que em algumas circunstâncias um "não ator" pode se sair bem em seu papel. No entanto, ele manifestou frustração com os critérios de seleção, especialmente considerando que há muitos artistas qualificados disponíveis para os papéis. Essa questão traz à tona um debate sobre os critérios de escolha em produções teatrais e televisivas.
Juliano Floss, por sua vez, anunciou o fim de seu relacionamento com Marina no dia 17 de agosto e, de acordo com rumores, estaria conseguindo superar esse término. Ele foi escalado para interpretar Heitor Júnior, um jovem sensível e romântico, filho do empresário Werneck, que será vivido por Alexandre Nero, e de Lígia, interpretada por Maeve Jinkings.
O autor Sérgio Goldenberg, responsável pela nova novela, comentou que Juliano Floss se destacou durante o processo de seleção, sendo positivamente avaliado por um grupo encarregado de analisar os testes dos candidatos. Goldenberg observou que a química entre Floss e a personagem foi perceptível desde o início, o que influenciou a decisão de sua escalação.
Bruno Fagundes, que atualmente interpreta Renan na novela Cara e Coragem, concluiu suas observações ressaltando a frustração em ver o critério de escolha muitas vezes desconsiderar o esforço e a dedicação que muitos atores investem em sua formação profissional.
Com informações minutofoz.com.br