O Brasil volta a disputar o traje típico do Miss Universo Em novembro com a miss Marcella Kozinski, 26 anos, eleita Miss Universe Brasil 2026. O país não vence a categoria há 37 anos, apesar de somar quatro troféus ao longo da história. Os detalhes da fantasia estão sendo mantidos em sigilo pela candidata.
A primeira conquista brasileira no quesito ocorreu em 1967, com Carmem Silva de Barros Ramasco, representante de São Paulo, que desfilou com o "Bandeirante Estilizado". Em 1981, Adriana Alves de Oliveira, do Rio de Janeiro, levou a melhor com uma versão estilizada das baianas, inspirada no legado de Carmen Miranda. O tricampeonato veio em 1987, com Jacqueline Meirelles, do Distrito Federal, que usou verde e amarelo. A quarta e última vitória foi em 1989, em Cancún, no México, com a cearense Flávia Cavalcanti, que homenageou a Amazônia com plumas e cores da fauna e flora.
Em 2007, a então vice-Miss Universo Natália Guimarães, hoje gestora estratégica da franquia Miss Universe Brasil, também apostou na biodiversidade ao desfilar com asas de borboleta. Para ela, o desfile de traje típico é uma oportunidade de contar uma história sobre o Brasil e mostrar a riqueza da cultura nacional. "Cada escolha precisa ter significado e criar uma conexão com o público", afirma.
Marcella adianta que sustentabilidade, criatividade e propósito estarão presentes em cada detalhe do figurino, mas não revela spoilers. A 75ª edição do Miss Universo será em Porto Rico. O National Costume Show está marcado para 21 de novembro, com desfile preliminar no dia 22. A coroação da vencedora ocorre em 24 de novembro de 2026, no Coliseo de Puerto Rico José Miguel Agrelot, em San Juan.