Live Nation e Ticketmaster são condenadas por monopólio de mercado de shows nos EUA

Foto: 1 de 1 Logos da Live Nation Entertainment e da Ticketmaster. Montagem de 2

O julgamento levou ao banco de testemunhas o CEO da Live Nation, Michael Rapino, que foi questionado sobre diversos temas, incluindo o caos na venda de ingressos da turnê de Taylor Swift em 2022. Rapino atribuiu o episódio a um ataque cibernético.

A Live Nation Entertainment possui, opera, agenda eventos ou tem participação acionária em centenas de casas de shows. Já a Ticketmaster é considerada a maior plataforma de venda de ingressos do mundo.

A decisão pode custar centenas de milhões de dólares às empresas, apenas considerando a cobrança indevida de US$ 1,72 por ingresso identificada pelo júri em 22 estados. Além disso, podem ser aplicadas multas e outras penalidades.

Uma parte dos estados aderiu ao acordo, mas MAIS de 30 decidiram seguir com o julgamento, alegando que as concessões foram insuficientes.

A procuradora-geral de Nova Jersey, Jennifer Davenport, afirmou em nota que o veredicto “histórico” confirma que a Live Nation lucrou ilegalmente com seu monopólio por tempo excessivo.

A procuradora-geral de Nova York, Letitia James, classificou a decisão como “uma vitória histórica na proteção da economia e do bolso dos consumidores contra monopólios prejudiciais”.

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