Sete Lagoas investiga segunda demissão após morte de idosa atendida em UPA

A Prefeitura de Sete Lagoas, na Região Central de Minas Gerais, estuda demitir um segundo profissional que atuou no atendimento de uma mulher de 71 anos que morreu depois de passar por uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do município. Um funcionário já foi desligado em razão do caso.

Em nota divulgada nessa quarta-feira (28/10), a Secretaria Municipal de Saúde afirmou que a apuração sobre as circunstâncias da morte identificou novos elementos. A partir dessas informações, outras medidas administrativas foram adotadas, entre elas a possibilidade de uma nova demissão.

A idosa teria recebido diagnóstico de infecção urinária no atendimento na unidade de saúde. Familiares, no entanto, alegam que a morte foi provocada por um infarto e reclamaram de negligência médica.

Segundo a Administração Municipal, a investigação administrativa prosseguirá para esclarecer os fatos e identificar eventuais responsabilidades. “A Administração Municipal seguirá apurando rigorosamente as circunstâncias do caso, com o objetivo de esclarecer os fatos e identificar eventuais responsabilidades”, informou a prefeitura, acrescentando que adotará as medidas cabíveis contra todos os profissionais cuja conduta seja considerada inadequada, respeitados os procedimentos legais.

A Secretaria Municipal de Saúde manifestou solidariedade aos familiares da paciente e reafirmou compromisso com transparência, segurança dos pacientes e qualidade da assistência. Até o momento, não foram divulgados detalhes sobre a identidade da paciente ou dos profissionais envolvidos. De acordo com a Polícia Militar, não há registro de boletim de ocorrência relacionado ao caso.

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