Mônica Fonseca nega agressão e diz que vai à polícia após suposta briga com Bruno Palhaço

A jornalista Mônica Fonseca veio a público na madrugada desta quinta-feira (5/11) para negar que tenha agredido o apresentador Bruno Cardoso, conhecido como Bruno Palhaço, nos bastidores da Link TV, programa do Grupo Record. Em vídeos divulgados nas redes sociais, ela afirmou que foi surpreendida pela repercussão da notícia ao chegar em casa e que procurou seu advogado para tomar providências.

Segundo Mônica, depois de colocar o filho para dormir, ela entrou em contato com o advogado, que a orientou a registrar uma ocorrência na polícia. A ex-participante de reality show declarou que não pretende tolerar acusações que, de acordo com sua versão, não correspondem à realidade. "Fui bombardeada com uma notícia que tá circulando na internet de uma acusação de um crime contra mim, um crime de agressão que eu não cometi", disse.

Ela explicou ainda que a pessoa responsável por iniciar a história já teria sido notificada por meio de seu advogado e estabeleceu um prazo para uma possível retratação, sem revelar a identidade de quem estaria sendo alvo da medida. "A pessoa que começou com tudo isso já foi notificada e, se ela não se retratar, aí teremos cenas nos próximos capítulos", concluiu.

O suposto desentendimento teria ocorrido na quarta-feira (4/11), nos bastidores da Link TV. Mônica estava na emissora para gravar o quadro "Jogo das Plaquinhas", apresentado por Luigi Civalli, quando teria encontrado Bruno Cardoso, que integra outra atração dedicada a comentar "A Fazenda". Conforme relatos de testemunhas, os dois teriam discutido de forma acalorada no camarim.

A confusão teria começado após Bruno demonstrar descontentamento com a postura dos colegas durante a sabatina realizada com Mônica no programa "Fogueira da Fazenda". O apresentador teria considerado os questionamentos brandos demais. Quando Mônica chegou ao local, Bruno perguntou se ela estava com raiva dele, e ela teria respondido: "É claro, você me chamou de cadelinha". A partir daí, o bate-boca teria crescido, sendo necessária a intervenção de outros profissionais para conter os ânimos.

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