Órgãos da repórter Alice Ribeiro serão doados após morte encefálica confirmada

Alice Ribeiro, de 35 anos, repórter da Band Minas, teve a morte encefálica confirmada na noite de quinta-feira (16). Sua família optou pela doação de órgãos, que incluirá rins, pâncreas, fígado e córneas, enquanto o coração não será doado devido a inviabilidade clínica.

O acidente que resultou em sua condição ocorreu na quarta-feira (15), envolvendo o carro de reportagem da emissora e um caminhão na BR-381, em Sabará, na Região Metropolitana. Alice estava internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital João XXIII, após ter sofrido traumatismo craniano e múltiplas fraturas.

O repórter cinematográfico Rodrigo Lapa, de 49 anos, que dirigia o veículo, morreu no local do acidente. O corpo de Rodrigo foi encaminhado ao Instituto Médico-Legal (IML) e liberado aos familiares na madrugada de quinta-feira (16), com o velório realizado no Cemitério do Bonfim.

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) está investigando as causas do acidente, com a perícia já tendo coletado vestígios no local. A equipe da Band Minas retornava a Belo Horizonte após realizar uma reportagem sobre a duplicação da BR-381 e sua importância na redução de acidentes na rodovia.

Alice Ribeiro estava na emissora desde agosto de 2024 e já havia trabalhado na TV Band em Brasília, além de uma afiliada da TV Globo em Feira de Santana, na Bahia. Ela deixa um filho de nove meses, além de outros familiares. A Band Minas lamentou a perda e informou que está prestando apoio à família da repórter.

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