Oscar Schmidt, conhecido como "Mão Santa", faleceu na última sexta-feira, dia 17, aos 68 anos. Sua morte gerou grande repercussão na mídia internacional, que destacou sua importância no basquete e suas conquistas ao longo da carreira.
Com cinco participações nos Jogos Olímpicos, Schmidt se tornou o maior cestinha da história da competição. Ele é amplamente considerado um dos melhores jogadores de basquete de todos os tempos e integra os Hall da Fama da Federação Internacional de Basquete e da NBA, mesmo sem ter jogado oficialmente na liga americana.
O jornal argentino Clarín o descreveu como uma das maiores lendas do esporte, relembrando suas atuações memoráveis nos Jogos Olímpicos e suas partidas icônicas. A Associated Press, dos Estados Unidos, TAMBÉM mencionou a luta de Schmidt contra um tumor cerebral por 15 anos, destacando sua coragem e generosidade.
The Washington Post ressaltou a carreira internacional do atleta, que se destacou na Itália como Ídolo da Juvecaserta, onde foi um dos maiores pontuadores do campeonato. Em sua passagem pela liga italiana, Schmidt foi superado por Antonello Riva, que jogou quase o dobro de partidas.
O site Eurosport, da França, recordou que Schmidt manteve por anos o recorde mundial de pontos no basquete, apenas superado em 2024 por LeBron James. A longa carreira do jogador contabiliza aproximadamente 50 mil pontos entre clubes e seleção, com cinco participações olímpicas ocorrendo entre 1980 e 1996.
A emissora RTVE, da Espanha, TAMBÉM destacou a importância de Schmidt no cenário internacional, ressaltando seu recorde de pontos e seu impacto fora do Brasil. Sua morte representa uma grande perda para o esporte e para todos que o admiravam.