IA na Moda: A era da Co-criação criativa

Divulgação.

Como a inteligência artificial amplia o olhar do estilista e inicia um novo capítulo na direção criativa

 

“Inteligência artificial não tem alma, não tem vivência, não tem pele. Mas pode ser um pincel poderoso nas mãos de quem tem criatividade.” (Ressalta Mellina Nunes, estilista de moda)
Depois de duas décadas imersa no universo da moda, entre a precisão da modelagem, a intensidade dos backstages e a construção de narrativas visuais, Mellina Nunes havia se deparado com um novo elemento criativo: os algoritmos.
O que para muitos ainda soa como ameaça à autenticidade, para ela se revelou um divisor de águas. A inteligência artificial não substitui o estilista, mas ela expande sua potência, criativa, que sabendo traduzir pode tocar um vazio. Uma ferramenta que pode ajudar na cocriarão; claro se tiver “olhos” para encontrar arte em meio ao “robô”, que traduz em outra ótica a narrativa da moda.
Ao longo de sua trajetória, Mellina sempre foi conhecida por sua sensibilidade e busca do conceito. Mais do que acelerar processos, ela encontrou na IA uma forma de silenciar ruídos operacionais e recuperar o tempo necessário para criar com fluidez.
Em segundos, é possível testar volumes, texturas, silhuetas e universos visuais que antes exigiriam semanas de prototipagem. Trata-se de facilidade e estratégia. Delegar parte da execução à tecnologia permitiu que sua atuação se tornasse mais direcionada.
O processo com IA, segundo a estilista, é um diálogo constante. De um lado, está o repertório humano, carregado de referências que atravessam arte, comportamento e cultura urbana; do outro, a capacidade quase ilimitada da máquina em processar e traduzir essas ideias. O resultado é uma estética que antes existia apenas no campo da imaginação, pode ser feito com precisão, sem perder identidade.
Para Mellina, o futuro da moda não é automatizado, tampouco impessoal. É híbrido. É a consolidação de uma direção criativa 360, onde o estilista assume o papel de pensador, curador e visionário. A inteligência artificial não apaga a mão humana — ela amplifica sua voz.
E talvez seja esse o ponto mais importante: em um cenário de transformações aceleradas, a criatividade não é substituída. É uma provocação para evolução.
Depois de 20 anos de carreira, Mellina Nunes não vê um fim, mas um recomeço. Um novo ciclo em que criar não é mais um ato solitário. É um encontro entre o humano, a arte e o futuro.

 

​​​​​​​Fonte e foto: Assessoria de Imprensa.

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