Cancelamento e contragolpe: a história de Megan Farina

A polêmica envolvendo a namorada que arruinou o negócio do namorado após comentários sobre Charlie Kirk

Após a morte de Charlie Kirk, Megan Farina gerou polêmica e arruinou o negócio do namorado com suas declarações nas redes sociais.

Em San Diego, Califórnia, no dia 10 de setembro de 2025, Megan Farina, 31 anos, gerou uma polêmica massiva após fazer comentários insensíveis sobre o assassinato de Charlie Kirk. Em um vídeo no TikTok, ela afirmou que suas simpatias não estavam com o ativista conservador, uma declaração que rapidamente se espalhou e resultou em consequências devastadoras para o negócio de seu namorado, Justin Krinley, um eletricista.

A controvérsia

Após a morte de Kirk, que foi fatalmente baleado em um campus universitário, Farina publicou um vídeo onde expressou que só poderia oferecer “pensamentos e orações” a ele, insinuando que seu legado de discursos de ódio não merecia empatia. Essa atitude gerou uma onda de críticas ferozes nas redes sociais, levando a um ataque massivo contra a empresa de Krinley, que passou de boas avaliações a um desastre de uma estrela no Yelp, com comentários acusando-o de vários problemas.

Impacto na vida pessoal

Megan Farina, que conta com mais de 600 mil seguidores no TikTok, afirmou que sua vida foi transformada em um verdadeiro inferno. Ela relatou que as informações pessoais dela e da família foram vazadas, resultando em ameaças de morte e assédio. Em resposta ao que chamou de “cultura do cancelamento”, ela defendeu sua liberdade de expressão, ressaltando a ironia de ser atacada por aqueles que se dizem defensores da Primeira Emenda.

A defesa da liberdade de expressão

Farina expressou sua perplexidade diante do fato de que, enquanto acredita que as palavras têm consequências, a reação exagerada que sua declaração provocou foi desproporcional. Ela comparou sua situação à de muitos criadores de conteúdo que enfrentam demissões e ataques após expressar opiniões impopulares. Ao final de sua mensagem, ela conclamou outros a se unirem em solidariedade contra a cultura do medo e do silenciamento.

O caso de Megan Farina não apenas destaca os perigos da cultura do cancelamento, mas também levanta debates sobre liberdade de expressão e as repercussões da fala nas redes sociais, que podem atingir não apenas os indivíduos que as proferem, mas também suas famílias e negócios.

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