Flávio Bolsonaro, por sua vez, se encontra em uma posição semelhante, onde a fragilidade de seus concorrentes na direita pode garantir sua permanência na disputa. A possibilidade de um novo candidato de direita forte não parece viável no horizonte atual. A comparação com a situação de Lula em 2006 ilustra que, assim como o escândalo do mensalão não impediu sua reeleição, o Escândalo do Master não deverá ser um obstáculo significativo para Flávio, que continua a ser visto como uma força política relevante, principalmente por seu sobrenome.
Entretanto, a questão que permanece é se esse cenário pode mudar caso surjam opções competitivas no campo da direita. A análise termina com a reflexão de que a política brasileira se encontra em um momento delicado, onde a ética parece ter sido relegada a segundo plano em nome de objetivos eleitorais.
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