A história real que inspirou o filme Se eu tivesse pernas, eu te chutaria

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Entenda a trama e a realidade por trás do longa-metragem premiado

O filme Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria é baseado em uma história real e explora a vida de uma mãe em crise.

O filme “Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria”, que estreou nos cinemas brasileiros no dia 1º de janeiro de 2026, é uma adaptação de uma experiência real, trazendo à tona a complexa vida de Linda, uma mãe que enfrenta uma série de crises. A trama, que conquistou o prêmio de Melhor Atriz no Critics Choice Awards, destaca a atuação de Rose Byrne, que também está indicada ao Globo de Ouro na mesma categoria.

A trama do filme e suas referências reais

A história gira em torno de Linda, uma psicóloga que, além de lidar com a saúde de sua filha, se vê forçada a mudar-se para um motel após um vazamento de água devastar seu apartamento. A narrativa não apenas aborda os desafios da maternidade, mas também a busca desesperada por apoio que muitas mães enfrentam.

Linda é retratada como uma mãe quase solitária, lutando contra a indiferença do marido e a falta de suporte da rede de saúde. A protagonista precisa encontrar uma solução para os problemas que a cercam, incluindo o tratamento da doença misteriosa de sua filha, que requer cuidados especiais como uma sonda de alimentação.

A vida de Mary Bronstein e sua inspiração

O filme é baseado na vida de Mary Bronstein, que não apenas escreveu o roteiro, mas também interpreta uma das médicas na história. Mary descreve sua experiência como cuidadora durante esse período crítico como uma profunda crise existencial, marcada pelo medo e pela perda de identidade. A narrativa do filme amplifica essa experiência, mostrando o caos emocional que muitas mães enfrentam quando a saúde de seus filhos está em risco.

Elenco e recepção

Além de Rose Byrne como Linda, o elenco conta com nomes como ASAP Rocky, Conan O’Brien, Ivy Wolk e Ella Beatty. A produção tem sido amplamente comentada por sua abordagem sensível e autêntica sobre a maternidade e os desafios que muitas mulheres enfrentam. O filme foi bem recebido pela crítica e pelo público, o que evidencia a relevância do tema abordado.

Conclusão

“Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria” não é apenas um filme; é uma reflexão sobre a luta diária de muitas mães que, assim como Linda, se veem no limite emocional e físico. A obra de Mary Bronstein se destaca por sua sinceridade e pela coragem de abordar temas muitas vezes negligenciados, trazendo à luz a complexidade da experiência materna.

Fonte: www.metropoles.com

Fonte: Reprodução

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