Socorro rápido com helicóptero Arcanjo 03 em local sem guarda-vidas evitou tragédia
Adolescente de 13 anos é resgatado desacordado em praia da Faceira, Penha, e levado de helicóptero ao hospital Pequeno Anjo, após sofrer afogamento.
No domingo, 25 de janeiro de 2026, um adolescente de 13 anos foi encontrado desacordado e com quadro grave de afogamento na praia da Faceira, localizada em Penha, Santa Catarina. A situação crítica exigiu uma ação rápida das equipes de resgate.
Socorro em praia isolada
A praia da Faceira não conta com guarda-vidas em seu efetivo, o que dificulta o atendimento imediato em emergências. Ao tomar conhecimento do ocorrido, por volta das 11h, equipes de salvamento da Praia Grande, região próxima, foram acionadas e deslocaram-se para o local.
Atendimento e transporte aéreo
Os guarda-vidas encontraram o adolescente boiando desacordado próximo ao mirante da Ponta da Vigia. Imediatamente, ele recebeu os primeiros socorros no local antes de ser transferido para o hospital Pequeno Anjo, em Itajaí, via helicóptero Arcanjo 03. A utilização do transporte aéreo agilizou o atendimento médico especializado, aumentando as chances de recuperação.
Importância da presença de guarda-vidas
Este caso evidencia os riscos associados a áreas de banho sem vigilância constante. A ausência de profissionais treinados para observar e agir rapidamente em situações de afogamento pode agravar tragédias. A mobilização eficaz das equipes da Praia Grande foi crucial para evitar consequências ainda mais graves.
Conscientização e prevenção
Incidentes como este reforçam a necessidade da conscientização dos banhistas quanto aos perigos de praias isoladas e a importância de evitar locais sem infraestrutura de segurança. Além disso, a ampliação da cobertura de guarda-vidas em praias catarinenses é fundamental para garantir a segurança dos visitantes.
O resgate bem-sucedido do adolescente em Penha destaca a relevância do trabalho integrado entre equipes de salvamento e saúde, além de evidenciar desafios ainda presentes na proteção de áreas costeiras menos assistidas.
Fonte: www.metropoles.com