Aldo Rebelo critica governo Lula e ONGs estrangeiras

Reprodução/Redes Sociais

Ex-deputado destaca influência negativa das organizações no desenvolvimento nacional

Aldo Rebelo, em vídeo, critica governo Lula por suposta submissão a ONGs estrangeiras durante a COP30.

Em 7 de setembro de 2025, o ex-deputado federal Aldo Rebelo, de 69 anos, publicou um vídeo onde criticou a política ambiental do governo Luiz Inácio Lula da Silva, durante a COP30, que ocorre em Belém, no Pará. Rebelo acusou o Planalto de permitir que organizações não governamentais (ONGs) controladas por interesses estrangeiros influenciem o Ministério do Meio Ambiente, atualmente sob a liderança de Marina Silva. Ele afirmou que essas entidades representam um entrave ao desenvolvimento econômico do Brasil e agem contra a soberania nacional.

Críticas à condução da política ambiental

Rebelo destacou que o ministério estaria sendo usado por ONGs para bloquear iniciativas de desenvolvimento, afirmando que “há uma caixa preta dentro do Estado brasileiro, controlada por organizações não governamentais financiadas do exterior”. Ele sustentou que as ONGs colocam representantes dentro do ministério, que retornam para exercer influência em favor de suas pautas, caracterizando essa atuação como uma atividade criminosa contra os interesses nacionais. Segundo o ex-ministro, essa prática é vista como uma hipocrisia, pois há um descompasso entre o discurso do governo e suas ações.

Dados alarmantes sobre a Amazônia

O ex-deputado também criticou o enorme volume de recursos financeiros que as ONGs gerenciam sem gerar resultados concretos para a população amazônica. Ele citou o município de Uiramutã, em Roraima, onde a taxa de analfabetismo entre a população indígena é alarmante. “O maior índice de analfabetismo do Brasil é em Uiramutã, onde mais de 90% da população é indígena”, afirmou, indicando que as ONGs não estão cumprindo seu papel de proteção ambiental, mas sim priorizando seus próprios interesses financeiros.

Reflexões finais sobre o papel das ONGs

Rebelo finalizou sua crítica afirmando que o Brasil precisa reavaliar a atuação dessas ONGs e que, se não fizer isso, corre o risco de ser prejudicado. Ele se questionou sobre a capacidade do país de gerar empregos e recursos frente à influência das organizações ambientais. Ao abordar a responsabilidade do governo, ele enfatizou que as escolhas feitas pelo presidente Lula em relação ao comando do Ibama e do ministério têm impactos diretos no futuro do Brasil.

Fonte: www.conexaopolitica.com.br

Fonte: Reprodução/Redes Sociais

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