Atirador do Cefet estava afastado devido a problemas psiquiátricos

Reprodução/Redes sociais

Investigação revela que autor do ataque tinha histórico de questões psicológicas

João Antônio Miranda Tello Gonçalves, autor do ataque no Cefet, estava afastado do trabalho por problemas psicológicos.

Ataque no Cefet e perfil do atirador

Na sexta-feira (28/11), às 15h50, ocorreu um trágico ataque a tiros no Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca (Cefet) na Zona Norte do Rio de Janeiro. O autor do ataque, João Antônio Miranda Tello Gonçalves, que era funcionário da instituição, estava afastado do trabalho há 60 dias devido a problemas psiquiátricos. Essa informação foi confirmada por investigações preliminares que estão sendo conduzidas pelas autoridades.

Motivações e comportamento do atirador

As investigações revelam que João manifestava um desejo de retornar ao setor onde uma das vítimas, a diretora da Divisão de Acompanhamento e Desenvolvimento de Ensino (DIACE), Allane de Souza Pedrotti Mattos, trabalhava. Relatos indicam que João tinha dificuldades em aceitar mulheres em cargos de chefia, o que poderia ter contribuído para sua explosão de violência. Após atingir Allane, ele se deslocou até uma sala onde estava a psicóloga Layse Costa Pinheiro, a qual também foi ferida gravemente.

Consequências do ataque

Este ataque resultou na morte de duas pessoas e causou um clima de pânico entre alunos e funcionários do Cefet. Após cometer os disparos, João tirou a própria vida, deixando um rastro de dor e confusão entre aqueles que testemunharam os eventos. A tragédia gerou um debate sobre a saúde mental e as condições de trabalho em instituições educacionais, além de levantar questões sobre o apoio que é oferecido a funcionários com problemas psicológicos.

Reação da comunidade

A comunidade escolar e os familiares das vítimas estão em luto. A situação trouxe à tona a necessidade urgente de discutir a saúde mental no ambiente de trabalho e as medidas preventivas que podem ser tomadas para evitar tragédias semelhantes no futuro. Enquanto isso, as autoridades continuam investigando o caso, tentando entender as motivações que levaram João a esse ato de violência extrema.

Considerações finais

O ocorrido no Cefet é um lembrete sombrio dos desafios que muitas instituições enfrentam em relação à saúde mental de seus funcionários. A necessidade de um suporte psicológico adequado e a promoção de um ambiente de trabalho saudável são essenciais para evitar que situações como essa se repitam. A sociedade deve se unir para garantir que a saúde mental seja uma prioridade em todos os âmbitos, especialmente em ambientes educacionais.

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