Atletas de esqui são investigados por aumento peniano com ácido hialurônico nas olimpíadas de inverno

Suposta técnica para ganhar vantagem aerodinâmica levanta polêmica antes dos Jogos Olímpicos de Inverno de 2026 em Milão e Cortina d'Ampezzo

Atletas de esqui são acusados de usar ácido hialurônico para aumento peniano e obter vantagem nas Olimpíadas de Inverno de 2026.

Contexto da polêmica sobre aumento peniano com ácido hialurônico nas Olimpíadas de Inverno de 2026

A possibilidade de atletas de esqui saltos utilizarem aumento peniano com ácido hialurônico para melhorar sua performance voltou a ganhar destaque em janeiro de 2026, poucos dias antes dos Jogos Olímpicos de Inverno, marcados para ocorrer entre 6 e 22 de fevereiro nas cidades italianas de Milão e Cortina d’Ampezzo. A reportagem, baseada em informações do jornal alemão BILD, aponta que essa técnica estética poderia influenciar a aerodinâmica dos atletas durante o salto.

Importância da aerodinâmica e medição corporal rigorosa na modalidade salto de esqui

No salto de esqui, cada milímetro conta para a performance e a distância alcançada. A Federação Internacional de Esqui (FIS), sob a supervisão do chefe de material Matthias Hafele, realiza medições detalhadas com scanner 3D para garantir que os macacões sejam confeccionados conforme o corpo real dos esportistas. Essa medição inclui o perímetro da região genital, um fator que poderia alterar a área do traje e, consequentemente, seu comportamento aerodinâmico durante o salto.

Alegações de trapaça com injeções de ácido hialurônico e riscos médicos envolvidos

De acordo com relatos, alguns saltadores teriam recorrido a injeções de ácido hialurônico para aumentar temporariamente o tamanho visual do pênis, tentando assim aumentar a área do macacão e ganhar vantagem competitiva. Médicos especializados alertam que essa prática não resulta em crescimento real e pode trazer riscos à saúde, além de não possuir indicação médica para esse fim estético. Tais ações seriam consideradas uma forma de trapaça no esporte.

Fiscalização da FIS e possíveis mudanças nos critérios de medição corporal para futuras competições

Embora a FIS afirme que as medições são realizadas com rigor e sob supervisão médica para evitar fraudes, há discussões sobre a necessidade de adotar novos métodos que priorizem a estrutura óssea em vez dos tecidos moles, minimizando assim a possibilidade de vantagens artificiais. A perspectiva de uma nova rodada de escaneamento corporal antes dos Jogos Olímpicos ainda é avaliada, buscando garantir a isonomia entre os competidores.

Impactos e repercussões da controvérsia na integridade do salto de esqui e dos Jogos Olímpicos

Essa polêmica coloca em xeque a integridade da modalidade salto de esqui e levanta debates sobre os limites da busca por vantagem competitiva. A investigação ressalta a importância de regras claras e fiscalização eficaz para preservar o espírito olímpico e a justiça esportiva, especialmente em uma competição de alto prestígio como as Olimpíadas.

Fonte: www.purepeople.com.br

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