Karoline Leavitt critica a cobertura da emissora após polêmica com documentário
Karoline Leavitt afirmou que a BBC é uma máquina de propaganda após críticas sobre edição de discurso de Trump.
Karoline Leavitt, secretária de Donald Trump, declarou que a BBC é “100% fake news” e uma “máquina de propaganda” em uma entrevista recente. As declarações surgiram após alegações de que um documentário da emissora, Panorama, teria editado de maneira enganosa um discurso de Trump, omitindo partes que poderiam mudar a percepção do público sobre suas palavras.
Polêmica sobre edição de discurso
Leavitt criticou a cobertura da BBC, afirmando que assistir seus noticiários durante visitas ao Reino Unido “estraga” seu dia. A secretária afirmou que os contribuintes estão “forçados a pagar” por uma emissora que, segundo ela, promove uma agenda esquerdista. A controvérsia ganhou força quando parlamentares expressaram preocupações sobre a forma como o discurso de Trump foi editado. Um documento vazado sugere que a edição enganou os espectadores ao cortar partes cruciais do discurso, onde Trump pediu que a multidão “fizesse suas vozes serem ouvidas de maneira pacífica e patriótica”.
Críticas à cobertura da BBC
O vazamento, que foi discutido no Telegraph, também levanta questões sobre a imparcialidade da BBC em relação a outras questões, como a cobertura do conflito em Gaza e questões de gênero. Michael Prescott, ex-conselheiro do comitê de diretrizes editoriais da BBC, mencionou que a emissora enfrenta “problemas sistêmicos” em sua cobertura, com alegações de um viés em suas reportagens. Segundo ele, a emissora estaria sendo influenciada por uma minoria de funcionários que promovem certas visões sobre identidade de gênero e questões LGBT.
Resposta da BBC
Em resposta às alegações, a BBC afirmou que não comenta sobre documentos vazados, mas que leva a sério o feedback recebido e considera as críticas com atenção. A emissora ressaltou que Prescott era um conselheiro que lidava com uma variedade de opiniões sobre sua cobertura. A situação continua a ser um ponto de discussão acalorado entre críticos e defensores da emissora.
Fonte: www.theguardian.com
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