Operação em Bacabal alcança avanços com indicativos precisos de cães farejadores em áreas de mata e rio
Cães farejadores identificam vestígios nas buscas por Ágatha e Allan Michael no Maranhão, ampliando a operação em áreas de difícil acesso.
Confira a programação das buscas com cães farejadores e equipe especializada
Região de mata fechada: Cães indicaram vestígios após o desaparecimento dos irmãos Ágatha Isabelle (6 anos) e Allan Michael (4 anos).
Povoado São Sebastião dos Pretos: Local de onde as crianças desapareceram, foco inicial das buscas.
Terreno com queimadas: Equipes de cães e helicóptero do Centro Tático Aéreo (CTA) deram suporte em áreas de difícil acesso.
Lago a 2 km do ponto inicial: Mergulhadores atuam após cães farejadores indicarem possíveis rastros aquáticos.
A importância dos cães farejadores nas buscas por Ágatha e Allan Michael
As buscas em Bacabal, Maranhão, entraram no 12º dia com o uso intensivo de cães farejadores, técnica que ampliou significativamente as possibilidades de localização das crianças desaparecidas desde 4 de janeiro. O governador Carlos Brandão confirmou a chegada de reforços especializados de outros estados, entre eles sete bombeiros e dois cães do Pará, além de cinco bombeiros e quatro cães do Ceará. Esta ação reforça o valor do olfato canino para identificar odores em ambientes onde o olho humano não detecta pistas, principalmente em áreas de mata densa e próximas a corpos d’água.
Desafios do terreno e resposta da equipe de busca
O terreno em Bacabal apresenta dificuldades naturais, como áreas com queimadas e vegetação densa, que exigem estratégias específicas. O uso de helicópteros para apoio logístico e cães farejadores em locais de difícil acesso tem sido fundamental para avançar na operação. A equipe realiza escavações onde os cães indicam terra remexida, sinalizando possíveis passagens ou permanência das crianças. Além disso, mergulhadores atuam em lagos próximos, explorando pistas indicadas pelo faro animal.
Contexto e impacto social das buscas prolongadas
O desaparecimento de Ágatha e Allan Michael mobilizou a comunidade local e autoridades, gerando uma força-tarefa multidisciplinar que mantém as buscas ativas por quase duas semanas. A operação não apenas representa um esforço técnico, mas também um desafio emocional para familiares e a população, que acompanham com apreensão os desdobramentos. A atuação coordenada entre policiais civis, bombeiros e especialistas de outros estados revela a complexidade e a escala do trabalho necessário para localizar crianças em ambientes naturais extensos e variados.
Perspectivas futuras e continuidade da operação em Bacabal
Com os reforços recebidos e o emprego de cães farejadores cada vez mais especializados, a expectativa é que novas pistas possam ser encontradas, aumentando as chances de sucesso nas buscas. A operação permanece dividida entre áreas terrestres e aquáticas, explorando todos os cantos indicados pelos animais treinados. A cooperação interestadual demonstra um modelo efetivo de resposta diante de desaparecimentos em regiões rurais e com desafios ambientais, sinalizando a importância da tecnologia e do trabalho em equipe para enfrentar situações críticas.
Fonte: baccinoticias.com.br
Fonte: Reprodução
