Canetas emagrecedoras tirzepatida são proibidas pela Anvisa

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Synedica e TG têm comercialização suspensa por falta de registro oficial

Anvisa proíbe canetas emagrecedoras tirzepatida das marcas Synedica e TG por falta de registro e riscos à saúde.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a proibição da circulação das canetas emagrecedoras que contêm tirzepatida das marcas Synedica e TG, além de suspender o uso da substância retatrutida, em todo o território nacional. Essa ação inclui a suspensão da produção, importação, venda, distribuição, divulgação e utilização desses produtos.

Proibição e motivos da Anvisa

A decisão da Anvisa, publicada em 21 de janeiro de 2026 no Diário Oficial da União, foi motivada pela oferta dos medicamentos ao público sem a devida autorização regulatória, pois as canetas não possuem registro oficial junto à agência. Mesmo assim, as marcas vinham sendo promovidas e comercializadas por meio de perfis digitais, o que levou ao bloqueio de qualquer atividade relacionada aos produtos, incluindo fabricação, comércio e divulgação.

Riscos à saúde e ausência de garantia

A Anvisa alerta que esses produtos não oferecem garantias quanto à segurança, eficácia ou qualidade, expondo os consumidores a potenciais riscos à saúde. A retatrutida, uma substância da mesma classe dos medicamentos GLP, conhecida por seu potencial para controle de peso, ainda está em fase experimental e não está liberada para comercialização, reforçando a ilegalidade da oferta das chamadas “canetas emagrecedoras do Paraguai”.

Impacto no mercado e controle das redes sociais

A circulação dessas substâncias não autorizadas revela um desafio para a regulação sanitária diante da facilidade de divulgação e venda pela internet. O monitoramento das plataformas digitais é fundamental para evitar que medicamentos irregulares cheguem ao consumidor sem avaliação adequada, protegendo a saúde pública.

Retatrutida e avanços científicos

Embora a retatrutida desperte interesse por seu potencial para o emagrecimento, seu estágio experimental impede a comercialização e o fornecimento regular. A Anvisa reforça a necessidade de aguardar a conclusão dos estudos e a aprovação formal antes de qualquer uso terapêutico, garantindo a segurança dos pacientes.

Este movimento da Anvisa reforça a importância do controle rigoroso sobre a comercialização de medicamentos para que apenas produtos seguros e eficazes sejam disponibilizados à população.

Fonte: portalleodias.com

Fonte: Divulgação

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