A mobilização em apoio a Jair Bolsonaro e aos detidos após 8 de janeiro segue com participação intensa de aliados do PL
Carlos Bolsonaro se une a Nikolas Ferreira na caminhada pela liberdade, uma mobilização de mais de 200 km em defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro e dos presos do dia 8 de janeiro.
A “caminhada pela liberdade” que iniciou em Paracatu, Minas Gerais, e tem como destino Brasília, está mobilizando apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro. O ex-vereador do Rio de Janeiro, Carlos Bolsonaro (PL), juntou-se ao deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) na tarde de terça-feira, 20 de janeiro, para apoiar o protesto que ultrapassa 200 km de trajeto.
Caminhada pela liberdade: um ato político de resistência
Nikolas Ferreira, que lidera a mobilização, iniciou a caminhada no dia 19 de janeiro com a intenção de percorrer o trajeto até a capital federal até domingo, dia 25. O ato tem caráter pacífico e visa destacar um momento que seus participantes consideram delicado no cenário institucional brasileiro.
Carlos Bolsonaro publicou um vídeo em suas redes sociais registrando o encontro com Nikolas e reiterando o apoio ao pai, o ex-presidente, e aos chamados “presos políticos do 8 de janeiro”. Durante o encontro, Nikolas encorajou Carlos a seguir firme na caminhada, ressaltando a importância da mobilização para defender princípios que eles atribuem à gestão Bolsonaro.
Repercussões e apoios dentro do cenário político
Além de Carlos Bolsonaro, outros parlamentares do PL como Gustavo Gayer (GO) também participam da caminhada, divulgando registros do trajeto e reforçando a mensagem de resistência e liberdade. Em nota, Gayer enfatizou que o protesto é pacífico, mas que busca conscientizar a população sobre o que consideram uma crise institucional.
A mobilização surge após a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro pelo Supremo Tribunal Federal, com uma pena de 27 anos e três meses de prisão, além da prisão de diversas pessoas envolvidas nos atos de 8 de janeiro. Nikolas Ferreira afirmou que a iniciativa foi pensada após reflexões pessoais e diálogos com membros do Congresso Nacional, configurando o ato como simbólico e representativo.
Contexto político e judicial envolvido
A prisão do ex-presidente na Papudinha, no Complexo Penitenciário da Papuda, tem provocado reações entre seus apoiadores, principalmente no PL. A caminhada pela liberdade é uma expressão dessa insatisfação e busca chamar a atenção da sociedade para o entendimento do grupo quanto à situação jurídica atual.
Desdobramentos futuros
A mobilização deve continuar até o dia 25 de janeiro, com expectativa de ampliar a visibilidade das demandas dos participantes. A ação pode influenciar os debates políticos nos próximos dias, sobretudo no que tange às decisões do Supremo e à condução do cenário pós-8 de janeiro.
A caminhada pela liberdade representa, assim, um movimento organizado em torno da defesa de figuras políticas e seus apoiadores, demonstrando o grau de polarização e o clima tenso vivido no país em 2026.
Fonte: baccinoticias.com.br
Fonte: Reprodução / Redes Sociais
