Vereador ataca o grupo político em busca de viabilizar candidatura de seu irmão à presidência.
Carlos Bolsonaro ataca o Centrão em meio à busca de apoio para a candidatura de Flávio à presidência.
Carlos critica o Centrão em declaração pública
No dia 9 de dezembro de 2025, durante uma declaração pública, o vereador Carlos Bolsonaro (PL-RJ) fez críticas severas ao grupo político conhecido como Centrão. Este ataque verbal se dá em um contexto onde seu irmão, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), está buscando apoio político para viabilizar sua candidatura à presidência da República, indicação feita pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Carlos afirmou que “o discurso de responsabilidade, equilíbrio e moderação política serve apenas de cortina para manter a engrenagem funcionando”, comentando sobre os métodos utilizados pelo Centrão. Ele deixou claro que o grupo político negocia poder e controla verbas de maneira a garantir lucros ao mercado financeiro, em detrimento da autonomia do cidadão.
A resistência do Centrão à candidatura de Flávio
Recentemente, o Centrão se manifestou contra a candidatura de Flávio Bolsonaro. Líderes do grupo, incluindo Antônio Rueda, presidente do União Brasil, enfatizaram a necessidade de um comportamento político mais moderado após o anúncio da pré-candidatura de Flávio. A resistência em apoiar Flávio é evidente, especialmente porque o Centrão mostra preferência pelo nome do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) para as eleições de 2026.
Encontro com líderes políticos
No dia anterior, 8 de dezembro, Flávio se reuniu com Rueda, Ciro Nogueira, presidente do Partido Progressistas, e Valdemar Costa Neto, presidente do Partido Liberal, na tentativa de iniciar articulações políticas em torno de sua candidatura. Contudo, os líderes do Centrão não demonstraram entusiasmo e não atenderam ao convite para uma reunião mais substancial com Flávio.
Consequências para Flávio Bolsonaro
As declarações de Carlos e a resposta negativa do Centrão são um claro sinal de que Flávio Bolsonaro pode enfrentar dificuldades em sua trajetória política. A falta de apoio de este bloco significativo no cenário político brasileiro pode comprometer suas pretensões e a continuidade do legado político da família Bolsonaro. Carlos, portanto, se posiciona em um cenário onde a pressão sobre o Centrão aumenta, mas as respostas não são animadoras para o irmão.
Carlos usou suas redes sociais para expor a visão crítica sobre o Centrão, afirmando que o verdadeiro interesse do grupo não é a liberdade econômica ou a autonomia, mas sim a preservação de um sistema que beneficia poucos enquanto deixa a população à mercê de negociações obscuras. Essa retórica pode intensificar as disputas políticas nos próximos meses, à medida que as eleições se aproximam.