Caso Daiane: desaparecimento reforça investigação do Grupo de Homicídios em Caldas Novas

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Grupo de Investigação de Homicídios assume apuração do desaparecimento de Daiane Alves Souza, enquanto autoridades intensificam buscas e recolhem depoimentos

Caso Daiane desaparecimento passou a ser investigado pela Homicídios em Caldas Novas, com força-tarefa e buscas intensificadas pela polícia.

O caso Daiane desaparecimento tornou-se ainda mais complexo com a transferência formal da investigação para o Grupo de Investigação de Homicídios (GIH) de Caldas Novas, liderado pelo delegado Rodrigo Pereira. A corretora de imóveis Daiane Alves Souza, de 43 anos, está desaparecida desde a noite de 17 de dezembro de 2025, após descer ao subsolo do edifício onde mora para verificar uma queda de energia, fato registrado por câmeras de segurança.

Polícia detalha últimas imagens de Daiane antes do desaparecimento

Imagens captadas pelas câmeras do elevador mostram Daiane conversando com um morador sobre o problema na energia enquanto descia para o subsolo. Ela aparece filmando com seu celular, mas não enviou o último vídeo para a amiga. Ao sair do elevador no subsolo, não existem registros visuais da corretora deixando o prédio pelas saídas principais ou pela garagem. Este fato reforça a suspeita de que ela possa ter sido retirada do local contra sua vontade.

Investigações apontam falhas na segurança do condomínio durante o desaparecimento

Segundo o delegado Rodrigo Pereira, diligências recentes no condomínio revelaram que as câmeras de segurança da garagem estavam desativadas devido a reformas no prédio. Moradores confirmaram a situação, o que dificulta o rastreamento da movimentação no local. A polícia considera a hipótese de que Daiane tenha sido colocada em um veículo, talvez no porta-malas, e removida sem ser registrada pelas câmeras.

Força-tarefa especializada intensifica buscas e coleta de depoimentos

Uma força-tarefa foi formada para aprofundar as investigações sobre o caso Daiane desaparecimento. A equipe realiza entrevistas com moradores, funcionários do condomínio e analisa documentos internos, como registros de corte de energia e o sistema de monitoramento. Até o momento, nenhuma linha de investigação está descartada, e a polícia mantém sigilo sobre detalhes para preservar o andamento das diligências.

Família mobiliza atos públicos e reforça apelo por informações

A família de Daiane, residente em Uberlândia (MG), administra seis apartamentos em Caldas Novas, onde a corretora atuava na locação dos imóveis. Após tentativas sem sucesso de contato com Daiane, familiares registraram boletim de ocorrência e realizam buscas em hospitais, unidades de saúde e junto a amigos. A mãe de Daiane, Nilse Alves Pontes, contratou um carro de som para pedir atenção das autoridades e já organizou atos públicos na cidade. Uma nova manifestação está prevista para Uberlândia, no dia em que o desaparecimento completa um mês.

Contexto e desdobramentos da ausência de Daiane

Daiane era solteira, mãe de uma filha de 17 anos, e não tinha relacionamentos recentes. A última comunicação por mensagem data da manhã do dia 17 de dezembro. O desaparecimento gerou perplexidade diante da ausência de vestígios e da ausência de registros da saída dela do prédio. A polícia reforça que qualquer informação relevante pode ser comunicada anonimamente pelos canais oficiais, garantindo sigilo absoluto.

O caso Daiane desaparecimento permanece aberto e sob rigoroso monitoramento das autoridades, representando um desafio para a segurança pública em uma cidade turística e tranquila como Caldas Novas.

Fonte: www.metropoles.com

Fonte: Divulgação

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