No último domingo (4), dos 32 senadores que concorreram à reeleição, apenas 14 foram reeleitos para mais um mandato de oito anos. Com 18 candidatos não obtendo sucesso nas urnas, 40 cadeiras do Senado serão ocupadas por novos representantes, o que representa 74% do total.
O número de senadores que tentaram a reeleição foi o mesmo de oito anos atrás, quando 32 senadores também buscaram a continuidade no cargo. No entanto, a taxa de reeleição deste ano foi superior à de 2018, quando apenas oito senadores conseguiram se manter, resultando em uma renovação de 46 das 54 vagas, equivalente a 85,19%.
Os senadores que conseguiram renovar seus mandatos incluem nomes como Alessandro Vieira (MDB-SE), Carlos Portinho (PL-RJ), Eduardo Braga (MDB-AM) e Styvenson Valentim (Podemos-RN). Outros, como Renan Calheiros (MDB-AL) e Randolfe Rodrigues (PT-AP), não conseguiram se reeleger.
Em 2026, um total de 54 das 81 vagas do Senado estará em disputa, representando dois terços da Casa. Os senadores eleitos tomarão posse em 1º de fevereiro de 2027, com mandato de oito anos. O restante, que corresponde a um terço (27 senadores), será renovado apenas em 2031.
A composição do Senado passará por mudanças significativas. Cleitinho (Republicanos-MG) e Sergio Moro (PL-PR) foram eleitos governadores e deixarão suas cadeiras. Além disso, Alan Rick (Republicanos-AC), Omar Aziz (PSD-AM) e Professora Dorinha Seabra (União-TO) ainda estão em disputa para o segundo turno em seus respectivos estados.