Clube Curitibano: Assembleia atira no próprio pé por vantagem eleitoral

Clube arrisca secar fonte de R$ 4 milhões em verbas federais

Em uma tacada de oportunismo político que cheira a revanchismo eleitoral, a Assembleia Geral Ordinária do Clube Curitibano, realizada no dia 13 de novembro de 2025 e dominada por aliados da nova gestão, rejeitou o parecer do Conselho Fiscal da administração anterior. O objetivo? Fabricar munição para disputas internas e justificar uma caça às bruxas contra a velha guarda.

Mas o que se pretendia com esse “golpe de mestre” virou um fiasco milionário: o Clube agora corre o risco de perder repasses anuais de R$ 4 milhões do Ministério do Esporte, via Comitê Brasileiro de Clubes (CBC), cruciais para sustentar modalidades olímpicas e pan-americanas.

Essa rejeição “estratégica”, ou melhor, míope, não só reprovou as contas com ressalvas inventadas, sem amparo jurídico ou contábil, como obrigou a contratação de uma auditoria externa independente para “dissecar” processos, contratos e práticas financeiras da gestão passada.  Custo? Altíssimo, mesmo para um clube elitista como o Curitibano. 

Agora, o Clube precisa resolver até março para evitar que o CBC e o Ministério cortem o repasse, comprometendo equipes esportivas e transformando o sonho olímpico em pesadelo orçamentário.

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