Cobrança de R$ 380 por guarda-sol e cadeiras causa polêmica em praias de SP

reprodução/Prefeitura de Guarujá

Taxa mínima para uso de serviços em quiosques gera debate entre turistas e comerciantes.

Quiosques na Praia da Enseada, Guarujá, impõem consumação mínima de R$ 380, gerando descontentamento entre turistas e debate sobre legalidade.

Turistas devem ficar atentos à nova cobrança na Praia da Enseada, no Guarujá, onde quiosques passaram a exigir uma consumação mínima de R$ 380 para o uso de guarda-sol e cadeiras. Essa prática, comum em várias praias brasileiras, é considerada ilegal e gera polêmica entre visitantes e comerciantes.

Aumento da demanda e a polêmica da cobrança

Com a chegada do verão, a expectativa é que aproximadamente 1,5 milhão de turistas visitem a cidade. Apesar do preço elevado, a praia estava lotada, principalmente por visitantes de classe média que buscavam sombra em um dia de calor intenso, com temperaturas superando os 30 °C. Essa exigência de consumação mínima é um fator que tem gerado muito debate, pois, segundo o Código de Defesa do Consumidor, essa prática é classificada como venda casada, sendo proibida pelo artigo 39.

O que diz a lei?

  • Código de Defesa do Consumidor: Proíbe a venda casada, limitando a imposição de condições de compra de um serviço a outro.
  • Expectativa de turistas: A alta demanda não diminui, mesmo com a cobrança controversa.

O que esperar para o futuro?

Além da polêmica atual, a cidade do Guarujá se prepara para a implementação da Taxa de Preservação Ambiental (TPA), que começará a valer em 2026, cobrando R$ 19,44 por dia de permanência. Essa nova taxa poderá impactar ainda mais o turismo local, aumentando as preocupações sobre os custos associados a uma visita à praia.

Dicas para os turistas

Se você planeja visitar a Praia da Enseada, considere as seguintes dicas para aproveitar ao máximo sua experiência:
Verifique as opções de serviços: Antes de se acomodar, pergunte sobre as condições de uso de guarda-sol e cadeiras.
Avalie o custo-benefício: Considere se a consumação mínima vale a pena para o seu grupo.

  • Explore alternativas: Procure por praias próximas que possam oferecer serviços semelhantes sem custos adicionais.

Como participar dessa discussão?

A situação em Guarujá levanta questões importantes sobre o turismo e a relação entre consumidores e serviços. É fundamental que os turistas compartilhem suas experiências e opiniões, contribuindo para um debate mais amplo sobre a regulamentação e a ética no comércio de serviços turísticos. A conscientização sobre os direitos do consumidor é essencial para garantir que práticas justas sejam mantidas nas praias do Brasil.

Fonte: baccinoticias.com.br

Fonte: reprodução/Prefeitura de Guarujá

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