Colômbia enfrenta crise sob liderança de Gustavo Petro, alerta Trump sobre Groenlândia

O ex-presidente dos EUA faz declarações polêmicas sobre a situação política na Colômbia e a Groenlândia.

Trump critica presidente colombiano e renova interesse pela Groenlândia.

O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a chamar a atenção ao criticar o presidente colombiano Gustavo Petro durante uma conversa com a imprensa a bordo do Air Force One. Trump descreveu a Colômbia como “muito doente” sob a liderança de Petro, insinuando que ele está envolvido com o tráfico de drogas.

A situação na Colômbia sob Gustavo Petro

Trump fez suas declarações em um contexto onde a política colombiana enfrenta desafios significativos, especialmente em relação ao narcotráfico. Ele afirmou que Petro está operando “fábricas de cocaína” e previu que sua administração não durará muito. Essas afirmações refletem o tom agressivo que Trump frequentemente adota ao se referir a líderes estrangeiros, especialmente em relação à América Latina.

A Groenlândia e suas implicações de segurança

A discussão rapidamente se desviou para a Groenlândia, onde Trump reiterou seu interesse em adquirir a ilha, alegando que ela é vital para a segurança nacional dos Estados Unidos. Ele comentou: “Precisamos da Groenlândia do ponto de vista da segurança nacional, e a Dinamarca não vai conseguir cuidar disso”. Essas palavras provocaram uma resposta imediata da primeira-ministra dinamarquesa, Mette Frederiksen, que reprovou as ameaças de Trump, defendendo a soberania da Dinamarca e de suas possessões.

Reações internacionais

Frederiksen enfatizou que a Groenlândia é parte da OTAN e, portanto, está protegida pelo acordo de segurança da aliança. A primeira-ministra dinamarquesa destacou que a Dinamarca já investe na segurança da região do Ártico, afirmando que a Groenlândia não está à venda.

Além disso, líderes de outros países nórdicos, como o primeiro-ministro norueguês Jonas Gahr Støre, também expressaram apoio à Dinamarca, reforçando que o futuro da Groenlândia deve ser decidido por seu povo e pelo governo dinamarquês.

A resposta do primeiro-ministro groenlandês, Jens-Frederik Nielsen, foi igualmente forte. Ele condenou as declarações de Trump como profundamente desrespeitosas, ressaltando que a Groenlândia é uma nação com sua própria identidade e democracia. Nielsen argumentou que “ameaças e discussões de anexação não pertencem ao diálogo entre amigos”, pedindo um respeito mútuo entre nações.

Essas trocas acentuam as tensões nas relações internacionais, especialmente entre os Estados Unidos e seus aliados na região. À medida que a política global se torna cada vez mais complexa, as declarações de figuras proeminentes como Trump continuam a moldar percepções e reações no cenário internacional.

Fonte: www.foxnews.com

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