Líderes da Colômbia, Cuba e Chile se manifestam, enquanto Argentina celebra captura de Maduro.
Líderes da América Latina reagem a ataques dos EUA à Venezuela, com condenações e apelos por paz.
A situação na Venezuela se agravou com os recentes ataques dos Estados Unidos, que foram amplamente condenados por líderes de vários países da América Latina. As reações variam entre apelos à paz e comemorações, refletindo as complexas dinâmicas políticas da região.
Lamentos e condenações na América Latina
Os presidentes da Colômbia, Cuba e Chile se manifestaram contra a intervenção militar dos EUA, expressando preocupação com o impacto na paz regional. Gustavo Petro, presidente da Colômbia, destacou que a situação merece atenção e que o respeito ao direito internacional deve prevalecer.
- Gustavo Petro (Colômbia):
- “Observa com profunda preocupação os relatos sobre explosões e atividades aéreas incomuns na Venezuela.”
- Reafirmou o compromisso com os princípios da Carta das Nações Unidas.
- Miguel Díaz-Canel (Cuba):
- Chamou os ataques de “criminosos” e afirmou que a paz da região está sendo brutalmente ameaçada.
- Gabriel Boric (Chile):
- Pediu uma saída pacífica e condenou as ações militares, reafirmando o apoio aos princípios do Direito Internacional.
Reuniões de emergência e reações divergentes
No Brasil, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva convocou uma reunião de emergência para discutir os ataques, ressaltando a importância de uma resposta coordenada entre os países da América Latina. Por outro lado, a Argentina, sob a liderança de Javier Milei, comemorou a captura de Nicolás Maduro, interpretando a situação como um avanço em direção à liberdade.
- Javier Milei (Argentina):
- Reproduziu a notícia da captura de Maduro com a frase: “A liberdade avança.”
Este contraste nas reações revela não apenas as tensões regionais, mas também as diferentes visões sobre a intervenção militar e a soberania nacional.
O impacto na região
As reações a esses eventos refletem um cenário complexo na América Latina, onde as alianças e as rivalidades moldam as respostas a crises externas. O apoio à Venezuela por parte de alguns países contrasta com a celebração de eventos que são vistos como positivos por outros, como a Argentina.
A situação continua a evoluir, e a comunidade internacional observa atentamente as repercussões dos ataques dos EUA e as reações dos líderes latino-americanos. A necessidade de diálogo e soluções pacíficas é mais urgente do que nunca, à medida que a tensão cresce na região.
Fonte: www.moneytimes.com.br
Fonte: Money Times
