Confusão em Porto de Galinhas leva a proibição de consumação mínima

Reprodução/ Correio 24 horas

Medida visa proteger turistas e melhorar a segurança na praia.

A prefeitura de Ipojuca proíbe consumação mínima nas barracas de Porto de Galinhas após confusão com turistas.

A recente proibição da exigência de consumação mínima nas barracas de Porto de Galinhas, imposta pela Prefeitura de Ipojuca, é uma resposta direta a um incidente violento envolvendo turistas e barraqueiros. A decisão foi tomada após um desentendimento que culminou em agressões, evidenciando a necessidade de medidas mais rígidas para garantir a segurança dos visitantes nesta popular praia pernambucana.

A situação em Porto de Galinhas

A confusão ocorreu no último sábado, 27 de dezembro de 2025, quando um casal de turistas do Mato Grosso se envolveu em um confronto com barraqueiros. Segundo relatos, a briga começou devido a uma cobrança por serviços de cadeira e guarda-sol, que os barraqueiros afirmam ter sido previamente acordada. No entanto, os turistas alegam ter sido hostilizados e agredidos, resultando na intervenção do Corpo de Bombeiros para sua proteção.

Em resposta ao incidente, o prefeito Carlos Santana assinou um decreto que veda a prática de consumação mínima nas barracas. Esta medida é parte de um esforço maior para melhorar a experiência dos turistas e evitar abusos por parte dos prestadores de serviço na praia. O decreto também estabelece que qualquer descumprimento pode resultar na cassação da autorização dos barraqueiros.

Medidas adicionais para segurança

Além da proibição da consumação mínima, a Prefeitura de Ipojuca implementou outras ações:
Suspensão das atividades da barraca envolvida na confusão: A barraca responsável pelo incidente terá suas operações suspensas por uma semana, permitindo uma investigação mais aprofundada.
Reforço da fiscalização: A Guarda Municipal e a Secretaria de Meio Ambiente aumentarão a presença na orla para garantir a conformidade com as novas regras e coibir práticas irregulares.
Intensificação da fiscalização do Código de Defesa do Consumidor: A prefeitura também se comprometeu a monitorar a atuação de pessoas que atuam de maneira irregular, como ‘flanelinhas’, que frequentemente aproveitam a vulnerabilidade dos turistas.

Como participar e se proteger

Para os visitantes de Porto de Galinhas, algumas dicas podem ajudar a garantir uma experiência segura e agradável:
Informe-se sobre os preços antes de consumir: Sempre pergunte sobre taxas e valores antes de usar cadeiras e guarda-sóis ou consumir produtos.
Denuncie abusos: Caso enfrente práticas abusivas, relate imediatamente à fiscalização local ou às autoridades competentes.
Fique atento às informações oficiais: Mantenha-se atualizado sobre as normas e regulamentos locais, que podem mudar conforme a situação na praia.

Essas iniciativas revelam um esforço da administração pública em proteger os turistas e promover um ambiente mais seguro e agradável em Porto de Galinhas. Com a temporada de verão em pleno andamento, é fundamental que tanto turistas quanto prestadores de serviço colaborem para que a experiência na praia seja positiva para todos.

Fonte: www.metropoles.com

Fonte: Reprodução/ Correio 24 horas

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