Bloqueio parcial da rodovia entre os quilômetros 290 e 326 provoca lentidão intensa na via
Alagamento bloqueia trecho da Régis Bittencourt e causa 36 km de congestionamento entre os quilômetros 290 e 326 em Itapecerica da Serra.
Detalhes do bloqueio e impacto no tráfego em Itapecerica da Serra
O congestionamento na Régis Bittencourt causado pelo alagamento ocorreu entre os quilômetros 290 e 326, no sentido São Paulo, afetando diretamente o fluxo na noite de quinta-feira (15) e persistindo até a manhã de sexta-feira (16). A keyphrase “congestionamento na Régis Bittencourt” representa o principal desafio enfrentado pelas autoridades rodoviárias e motoristas nesta região da Grande São Paulo.
Segundo a Polícia Rodoviária Federal, a pista foi parcialmente interditada pela invasão de água e lama no asfalto. Cerca de 13 horas após o incidente, apenas a faixa 1 foi liberada, enquanto a faixa 2 permanece bloqueada, o que mantém o tráfego lento e complicado. A concessionária Arteris informou que equipes continuam no local para remover a lama e busca a normalização total da via, ainda sem previsão definida.
Ações da concessionária Arteris para normalizar o tráfego
A Arteris, responsável pela administração da rodovia, mobilizou equipes especializadas para enfrentar os efeitos do alagamento e da lama na pista. O trabalho inclui a limpeza do asfalto e o monitoramento das condições climáticas para garantir a segurança dos motoristas.
Até o momento, a concessionária ainda não divulgou uma estimativa para a conclusão dos serviços, o que mantém o congestionamento e a lentidão, causando transtornos para quem depende desta importante via de ligação entre a região sul e a capital paulista.
Contexto meteorológico e alerta da Defesa Civil de São Paulo
A ocorrência do alagamento se insere em um quadro de tempo severo que afetou a Grande São Paulo e demais áreas da Região Metropolitana. A Defesa Civil de São Paulo emitiu alertas para temporais com chuvas intensas, rajadas de vento, descargas elétricas e possibilidade de granizo, condições que aumentam o risco de transtornos como alagamentos e queda de árvores.
Esses fenômenos climáticos contribuíram não apenas para o bloqueio na Régis Bittencourt, mas também para problemas no transporte público e em diversos pontos da região, reforçando a necessidade de atenção e preparo das autoridades para eventos extremos.
Impactos no trânsito e na mobilidade urbana
O bloqueio na Régis Bittencourt gerou um congestionamento de aproximadamente 36 quilômetros, causando atrasos significativos e aumento do risco de acidentes devido à pista parcialmente interditada e às condições adversas da via. A lentidão afeta tanto o transporte de cargas quanto o deslocamento de passageiros, impactando a economia e o cotidiano dos moradores.
Motoristas foram orientados a buscar rotas alternativas e redobrar a atenção ao transitar pelo trecho afetado. A situação reforça a vulnerabilidade das rodovias a eventos climáticos extremos e a importância da manutenção preventiva e da infraestrutura adequada para mitigar esses efeitos.
Medidas preventivas e desafios para futuras ocorrências
Este episódio evidencia a necessidade de investimentos em obras de drenagem e em sistemas de alerta mais eficazes para minimizar os impactos de alagamentos em rodovias críticas como a Régis Bittencourt.
Além disso, o fortalecimento da coordenação entre órgãos de trânsito, Defesa Civil e concessionárias é crucial para resposta rápida e eficiente diante desses eventos, reduzindo prejuízos e garantindo maior segurança para os usuários.
A gestão do tráfego em situações de emergência e a comunicação clara para a população são elementos fundamentais no enfrentamento de desafios causados por condições climáticas adversas, especialmente em regiões metropolitanas densamente povoadas.
Fonte: baccinoticias.com.br
