Mãe, avó, terapeuta integrativa e empreendedora, Adriana Schiebel encontrou nos óleos essenciais e no desenvolvimento humano uma forma de impactar vidas, inspirar mulheres e construir uma trajetória baseada em propósito, equilíbrio e transformação
Empreender vai muito além de abrir um negócio. Para algumas pessoas, a jornada nasce de uma necessidade interna de transformação e, aos poucos, se transforma em um propósito capaz de alcançar outras vidas. Foi exatamente assim que aconteceu com Adriana Schiebel.
Mãe de duas filhas, avó de quatro netos, estudante de Psicologia e apaixonada por terapias integrativas, Adriana construiu sua trajetória unindo empreendedorismo, saúde emocional e desenvolvimento humano. Hoje, ela utiliza os conhecimentos adquiridos ao longo dos anos para ajudar pessoas a encontrarem mais equilíbrio físico, emocional e energético.
A história empreendedora de Adriana começou a partir de uma busca pessoal por bem-estar. Em meio aos desafios e responsabilidades da vida, ela encontrou nas terapias integrativas um caminho para cuidar de si mesma e resgatar o equilíbrio.
“Antes de ser um negócio, o bem-estar foi uma necessidade pessoal. Quando comecei a explorar a aromaterapia e as terapias integrativas, percebi que não estava apenas cuidando de mim mesma, estava encontrando um propósito”, conta.
Ao perceber os resultados positivos em sua própria vida, ela decidiu compartilhar esse conhecimento com outras pessoas, especialmente mulheres que buscavam mais qualidade de vida, autonomia e independência financeira.
Segundo Adriana, o empreendedorismo surgiu como consequência natural de sua missão de levar saúde, consciência e transformação para quem cruzasse seu caminho.
Os óleos essenciais que mudaram uma história
Os óleos essenciais entraram na vida de Adriana em um momento delicado. A busca por alternativas complementares para auxiliar no tratamento da depressão de seu esposo abriu as portas para um universo que transformaria não apenas sua rotina, mas também sua carreira.
Por meio de uma avaliação quântica integrativa com o Inergetix Core, seu marido recebeu a indicação do óleo essencial de Tangerina. A partir dessa experiência, Adriana passou a enxergar os óleos essenciais como ferramentas capazes de promover bem-estar e conexão entre corpo, mente e emoções.
“Quando comecei a sentir esses efeitos na minha própria vida, ficou impossível não compartilhar”, relembra. Foi dessa experiência que nasceu seu trabalho junto à doTERRA, empresa que ela escolheu não apenas pela qualidade dos produtos, mas também pela proposta de um modelo de negócios baseado em relacionamento, conexão humana e desenvolvimento pessoal.
Empreender com propósito e relacionamentos
Ao iniciar sua trajetória empreendedora, Adriana encontrou desafios comuns a quem decide construir algo novo: aprender sobre o negócio, conquistar credibilidade e comunicar valor de forma autêntica.
Ela destaca que o suporte recebido da comunidade e da rede de relacionamento foi fundamental para superar os obstáculos iniciais. “O maior desafio foi vencer a curva de aprendizado e construir confiança no mercado. Mas contar com uma rede comprometida fez toda a diferença”, afirma.
Para ela, o empreendedorismo é uma ferramenta de transformação que vai muito além dos resultados financeiros. Trata-se de criar conexões genuínas e impactar positivamente a vida das pessoas.
Atualmente cursando Psicologia, Adriana encontrou na formação acadêmica uma forma de complementar sua atuação como terapeuta integrativa. Segundo ela, a Psicologia oferece bases científicas para compreender emoções, comportamentos e padrões de pensamento, enquanto as terapias integrativas ampliam o olhar para aspectos físicos, energéticos e emocionais.
Essa combinação permite uma abordagem mais ampla para quem busca mudanças reais e duradouras. “A transformação acontece quando conseguimos olhar para o ser humano de forma integral”, destaca.
Nunca é tarde para começar
Uma das bandeiras defendidas por Adriana é o incentivo ao empreendedorismo feminino em todas as fases da vida. Para ela, mulheres acima dos 40, 50 ou 60 anos possuem uma bagagem valiosa que pode se transformar em diferencial competitivo no mercado.
“Empreender após os 40 não é recomeçar do zero. É recomeçar com tudo o que a vida já ensinou”, afirma. Ela acredita que muitas vezes o maior obstáculo não é a idade, mas as crenças limitantes que fazem as pessoas acreditarem que perderam o momento ideal para realizar seus sonhos. “O melhor momento é sempre agora, com a consciência e a clareza que só o tempo traz.”
Ao longo de sua jornada, Adriana percebeu que o sucesso profissional está diretamente ligado ao equilíbrio emocional. Ela defende que cuidar da saúde mental, física e emocional não deve ser visto como luxo ou recompensa, mas como parte essencial da estratégia de qualquer empreendedor.
“Uma mente equilibrada toma decisões melhores, enfrenta desafios com mais clareza e sustenta resultados por muito mais tempo”, explica. Segundo ela, muitas empreendedoras acabam comprometendo seus próprios resultados por negligenciarem o autocuidado. “A empreendedora é uma extensão do negócio. Quando ela não está bem, o negócio sente.”
Adriana ressalta que empreender é uma forma de se manter ativa, a qualquer idade e traz três dicas para quem quer empreender no Brasil:
Ao falar sobre empreendedorismo no Brasil, Adriana destaca três ensinamentos que considera fundamentais para quem deseja construir uma trajetória sólida:
1. Comece pelo propósito, não pelo produto.
Entenda por que você quer empreender e qual transformação deseja gerar na vida das pessoas.
2. Invista em si mesma.
Capacitação profissional é importante, mas o autoconhecimento é o que sustenta o crescimento de longo prazo.
3. Construa comunidade, não apenas clientela.
As pessoas se conectam com histórias, valores e relacionamentos genuínos. Mais do que vender, é preciso criar confiança.

Bora, Empreender?!
A história de Adriana Schiebel mostra que propósito, conhecimento e coragem podem transformar experiências pessoais em oportunidades capazes de impactar muitas vidas. Sua trajetória reforça que nunca é tarde para começar e que empreender pode ser, acima de tudo, um caminho de autodescoberta, crescimento e contribuição para o mundo.
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Fonte: Adriana Schiebel. / Fotos: Divulgação.