O atual presidente de Cuba também criticou as acusações, considerando-as uma "manobra política" sem respaldo legal. O caso que motivou o processo remonta ao abate de duas aeronaves em 24 de fevereiro de 1996, quando jatos cubanos derrubaram aviões do grupo Irmãos ao Resgate, resultando na morte de quatro pessoas, sendo três delas americanas.
Após o incidente, o então presidente dos EUA, Bill Clinton, implementou sanções contra Cuba, que incluíam a suspensão de voos fretados e restrições à movimentação de diplomatas cubanos, mas não apresentou acusações criminais contra os irmãos Castro. Em 2003, o Departamento de Justiça dos EUA processou três oficiais militares cubanos, mas eles nunca foram extraditados.