Curitiba: O Porto Seguro; do Mercado Imobiliário inicia 2026 em Ritmo Acelerado

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A capital paranaense apresenta demanda crescente por projetos de alto padrão e compactos de luxo

 

 

Entre tapumes e canteiros de obras, a capital paranaense apresenta demanda crescente por projetos de alto padrão e compactos de luxo; para especialistas, a solidez do mercado local afasta riscos de bolha e atrai investidores estratégicos.
Quem percorre as ruas de Curitiba no início deste 2026 nota um cenário indissociável: o som das betoneiras e a onipresença de tapumes que redesenham a
silhueta da cidade. O mercado de construção civil na capital paranaense não apenas resistiu às incertezas econômicas dos últimos anos, como se consolidou como um dos principais destinos para o capital imobiliário no Brasil, sendo descrito por especialistas como um verdadeiro "porto seguro".
Os números sustentam o otimismo nos canteiros de obras. Segundo dados do Índice FipeZAP, a valorização média do metro quadrado em Curitiba atingiu R$
11.686 em janeiro de 2026. O crescimento acumulado em 12 meses foi de 9,08%, superando a inflação e reafirmando a atratividade do setor para investidores
estratégicos.

 

 

O Olhar do Especialista: Resiliência e Valorização
Para Gustavo Selig, CEO do Grupo Hestia, a atual efervescência é fruto de uma percepção de valor que vai além da especulação. “Enquanto outros ativos sofrem com a volatilidade dos mercados, o imóvel permanece como uma reserva de valor concreta. Ele protege o patrimônio e ainda oferece ganhos reais ao longo do tempo”.
Selig destaca que o setor tem se comportado de forma anticíclica. Mesmo com taxas de juros elevadas, a demanda por projetos bem localizados e com diferenciais
arquitetônicos permanece alta. Um exemplo prático citado pelo empresário é o Edifício Orfeu, em Curitiba, onde as unidades triplicaram de valor em poucos anos.
“A alta dos juros afasta o comprador impulsivo, mas aproxima o investidor estratégico. Quem enxerga o longo prazo entende que é justamente nesses períodos
que se compram os melhores imóveis”, explica Selig, que hoje preside o grupo fundado por Volmir Selig e que acumula mais de três décadas de história no Paraná.

Radiografia do Mercado em Números
O vigor do setor é visível tanto no segmento de luxo quanto nas revitalizações urbanas. Confira os principais indicadores que explicam o boom; atual:

● Picos de Valorização: No bairro Batel, o metro quadrado chega a R$ 16,2 mil. Já o Centro registrou altas de até 48% em comparação ao ano anterior,
impulsionado por novos empreendimentos de studios e projetos de revitalização.
● Confiança das Incorporadoras: O volume de alvarás para novas incorporações verticais cresceu 22% no segundo semestre de 2025.
● Baixa Vacância: A cidade apresenta uma oferta restrita — cerca de oito meses de estoque segundo a CBIC — o que pressiona os preços para cima
diante de uma demanda crescente.
● Investimento Massivo: A construção civil nacional projeta investir R$ 189,1 bilhões até o final de 2026, com Curitiba liderando a recepção desse
montante no estado.

 

 

O Custo de Construir e a Viabilidade
Apesar do entusiasmo, o setor lida com a pressão dos custos. O Custo Unitário Básico (CUB-PR) fechou dezembro de 2025 em R$ 2.569,33/m², uma alta de 5,52%
no ano. Entretanto, a expectativa para 2026 é de estabilização, o que deve manter a viabilidade para lançamentos de médio padrão e habitação popular.
Para Gustavo Selig, o cenário futuro é de aquecimento ainda maior com a expectativa de redução da taxa Selic ao longo de 2026. “O imóvel não desaparece
com as oscilações do mercado financeiro. É um bem tangível que se mantém no tempo”, conclui o CEO, reforçando que a segurança patrimonial continua sendo o
grande motor das gruas que hoje dominam o horizonte curitibano.

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Fonte e fotos: Assessoria de Imprensa.

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