Czar da fronteira Tom Homan é enviado a Minnesota após mortes ligadas ao ICE

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Presidente Donald Trump nomeia comandante do ICE para lidar com tensões em Minnesota após tiroteios fatais

Após mortes ligadas ao ICE em Minnesota, Trump envia Tom Homan, czar da fronteira, para coordenar operações e lidar com protestos locais.

Czar da fronteira Tom Homan é enviado a Minnesota após aumento de violência

Em 26 de janeiro de 2026, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou o envio de Tom Homan, comandante máximo do ICE e conhecido como “czar das fronteiras”, para Minnesota. A decisão ocorre após a morte de Alex Pretti, cidadão americano morto a tiros por agentes federais do Serviço de Imigração dos Estados Unidos (ICE) durante operação no estado.

Tensão crescente em Minnesota devido às operações do ICE

Minnesota tem enfrentado uma escalada de tensão desde o início do ano, especialmente após a morte de Renee Good, também vítima de tiros por agentes do ICE em Mineápolis, em 7 de janeiro de 2026. Esses incidentes provocaram protestos em larga escala contra as ações do órgão federal.

Disputa política entre governo estadual e federal

O governador democrata de Minnesota, Tim Walz, tem se posicionado contra as operações do ICE, classificando a morte de Alex Pretti como “repugnante” e anunciando que o estado conduzirá sua própria investigação, devido à desconfiança nas investigações federais. Por outro lado, Trump acusa autoridades estaduais de instigar a revolta contra o ICE, enquanto Walz acusa o presidente de realizar um espetáculo midiático com as operações.

Perfil e missão de Tom Homan no comando do ICE

Tom Homan foi nomeado em 2024 como responsável pela proteção das fronteiras norte-americanas e execuções das deportações de estrangeiros ilegais. Sua postura rigorosa e linha de tolerância zero refletem a política migratória de Trump, o que reforça sua designação para Minnesota, onde deverá reportar diretamente ao presidente.

Investigação independente e resistência local

Além da investigação estadual aberta sobre a morte de Renee Good, que enfrentou obstáculos para a participação do FBI, o episódio que culminou na morte de Alex Pretti intensificou a mobilização local e o debate sobre a atuação das agências federais no estado. A população segue mobilizada, exigindo maior transparência e responsabilização.

Fonte: www.metropoles.com

Fonte: Reprodução/X

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