Da perda à liderança e da falência ao primeiro milhão: livro reúne histórias reais de mulheres que transformaram desafios em conquistas

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Com lançamento marcado para março pela Editora Suard, obra coletiva “Bem-Sucedidas” chega ao seu terceiro volume chancelado pelo Bem Sucedidas Clube, desmistificando a ilusão do sucesso fácil e destacando a força da resiliência feminina nos negócios

 

Empreender no Brasil é um desafio constante, mas para as mulheres a jornada costuma vir acompanhada de obstáculos silenciosos: conciliação familiar, sobrecarga emocional, barreiras socioeconômicas e momentos severos de recomeço. Contrapondo a narrativa superficial do “sucesso da noite para o dia”, chega ao mercado editorial em março o livro “Bem-Sucedidas: Histórias Reais de Mulheres que Transformaram Desafios em Conquistas”. A obra reúne relatos corajosos e sem filtros de coautoras que viveram na pele o peso de recomeçar do zero e construíram trajetórias de impacto expressivo.
Longe de teorias acadêmicas ou fórmulas prontas, as páginas revelam os bastidores de vitórias forjadas na superação. Entre as histórias que compõem o livro, estão casos emblemáticos de resiliência extrema: da jovem que trabalhou no corte de cana e na faxina até se tornar CEO da fábrica Cristal Massas e vencedora estadual de prêmios do Sebrae, ressignificando a dor imensurável do luto de um filho; à trajetória da advogada que enfrentou a pobreza na infância pela perda da lavoura na Geada Negra, sofreu discriminação salarial no meio corporativo, faliu completamente, venceu quatro anos de depressão profunda e, ao cursar Direito aos 41 anos, conquistou seu primeiro milhão aos 49.
A publicação também mergulha na coragem de quem rompeu com a estabilidade de duas décadas na enfermagem para transformar uma locação modesta de 20 colchões em uma rede estruturada com mais de 600 unidades em formato de franquia e centro de eventos. O livro também abre espaço para temas urgentes como o empreendedorismo feminino aliado ao diagnóstico de TDAH na maturidade, a transição da sobrevivência para o propósito após crises de pânico, a força do networking qualificado para quem deixa seu estado de origem para começar do zero, o acolhimento à sobrecarga emocional materna e o entendimento de que a capacidade criativa de uma mulher não depende de um único cargo ou crachá.
Presidente do Bem Sucedidas Clube e responsável pela autoria do prefácio, Giane França ressalta que a essência do projeto está no poder da vulnerabilidade compartilhada:
“Muitas vezes a sociedade só enxerga o aplauso, o palco ou o faturamento de um negócio, mas desconhece as renúncias, os medos e as lágrimas que pavimentaram cada conquista. Este livro nasce para provar que ser bem-sucedida não é sinônimo de perfeição, e sim da coragem diária de se levantar após cada tombo. Quando uma mulher conta a sua história com verdade e sem máscaras, ela liberta e encoraja outras milhares a acreditarem no próprio potencial e a assumirem o protagonismo de suas vidas”, enfatiza Giane França.

Fonte e foto: Assessoria de Imprensa.

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