Advogado alega que há provas de que Martins não utilizou redes sociais
Advogado de Filipe Martins critica atuação do STF e PGR em caso de revogação de prisão.
Defesa de Filipe Martins critica atuação de Moraes e PGR
No último sábado, 10 de janeiro de 2026, o advogado Jeffrey Chiquini, representante de Filipe Martins, ex-assessor da Presidência durante a gestão de Jair Bolsonaro, fez severas críticas à atuação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e da Procuradoria-Geral da República (PGR). Chiquini apontou que as corporações têm agido de forma “manjada” e “enrolada” em relação ao pedido de revogação da prisão de Martins.
Contexto da prisão de Filipe Martins
Filipe Martins está atualmente sob prisão domiciliar, uma medida que foi determinada por Moraes após a fuga de Silvinei Vasques, ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal. Martins foi inicialmente preso preventivamente por supostamente ter acessado o LinkedIn, plataforma que está vetada para ele por ordem judicial. Sua defesa contesta essa acusação, afirmando que possui provas que demonstram que ele não usou a rede social.
Provas apresentadas pela defesa
A defesa de Martins alega que as evidências apresentadas sustentam que o ex-assessor não violou as restrições impostas. Em sua manifestação, Chiquini enfatizou que não deveria haver dúvidas sobre a veracidade das provas que ele apresentou, sugerindo que Moraes pode solicitar confirmação ao LinkedIn, mesmo que o próprio magistrado tenha considerado suficiente uma “denúncia” para determinar a prisão de Martins.
Implicações da decisão de Moraes
A decisão de Moraes, que condicionou a liberdade de Martins ao cumprimento de várias restrições, incluindo o uso proibido de redes sociais, levanta questões sobre a interpretação das provas e a condução do processo. O advogado afirmou que a acusação de uso do LinkedIn foi baseada apenas em um relato de um coronel aposentado, o que, segundo ele, não é suficiente para justificar a prisão.
O que vem a seguir?
A defesa de Filipe Martins aguarda a manifestação do Ministério Público e a decisão de Moraes sobre o futuro do caso. A situação continua a ser monitorada de perto, considerando as implicações não apenas para Martins, mas também para a credibilidade das instituições envolvidas. O caso de Filipe Martins destaca a complexidade das ações judiciais e o papel das redes sociais na legislação atual.
Conclusão
As críticas de Chiquini à condução do caso refletem uma preocupação crescente sobre a forma como os processos judiciais estão sendo manejados, especialmente em situações que envolvem figuras públicas. A defesa espera que a verdade prevaleça e que a liberdade de Martins seja restabelecida, com base nas provas apresentadas.
Fonte: www.metropoles.com
