Dunas e lagoas do litoral norte em Natal

Dunas e lagoas do litoral norte em Natal
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No litoral norte de Natal, o vento redesenha a areia e a água muda de tom conforme a luz. Em poucas horas, dá para atravessar dunas altas, mergulhar em lagoas clarinhas e encontrar vilas que vivem do ritmo do mar. 

É um passeio que agrada quem busca adrenalina e também quem prefere contemplar a paisagem com calma e rende fotos lindas sem esforço.

Genipabu: dunas móveis e mirantes sobre o mar

Genipabu é o cartão-postal das dunas. Lá do alto, a vista alcança praia, lagoa e o encontro do azul com o dourado. 

Os bugueiros credenciados oferecem trajetos “com” ou “sem emoção”, sempre dentro das áreas permitidas. 

Entre uma parada e outra, a brisa forte esculpe a areia em ondulações que parecem feitas à mão é um cenário perfeito para um pit stop fotográfico.

Jacumã: aerobunda, skibunda e tirolesas

Na lagoa de Jacumã, a palavra de ordem é se divertir. Dá para deslizar de prancha na duna (skibunda), encarar tirolesa e se jogar no “aerobunda”, terminando com mergulho refrescante. 

Entre as descidas, redes sobre a água garantem descanso e boas risadas. Se estiver em turma, reveze as atividades para evitar fila e ganhar tempo de banho.

Pitangui: água calma e parada sem pressa

Mais adiante, a lagoa de Pitangui convida a reduzir o passo. O clima é de família: água tranquila, barracas simples com sombra e petiscos, e um reflexo de céu que muda ao longo da tarde. 

É o lugar certo para encerrar o circuito deixando o relógio de lado.

Como organizar deslocamentos e escolher o buggy

Feche o passeio com bugueiro credenciado e alinhe a rota: há versões que passam por dunas e três lagoas, e outras que privilegiam menos paradas com banhos mais longos.

Para quem chega de outras regiões (Fortaleza, João Pessoa, Recife ou do interior do RN), vale aterrissar/chegar na véspera e se hospedar em Ponta Negra ou na região norte (Redinha/Genipabu) para reduzir traslados; combine retirada no hotel ou ponto de encontro na praia e deixe 30–45 min de folga entre deslocamentos. 

Se vier de ônibus, desembarque na rodoviária e siga de app/táxi direto ao ponto de embarque; se vier dirigindo, use estacionamentos oficiais das lagoas ou do litoral e nunca acesse dunas com veículo próprio. 

Alinhe também a intensidade das manobras, o tempo em cada parada, as taxas de acesso e o horário conforme a tábua de marés (manhã e fim de tarde rendem melhor luz e temperatura). 

Em feriados, reserve tudo com antecedência; com pouco tempo, escolha o circuito com duas lagoas e mais banho, e, com dia inteiro, o trajeto com três lagoas e pausas fotográficas.

 

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Melhor época e horários

Funciona o ano todo, mas manhã e fim de tarde entregam luz suave e temperatura mais amigável. 

Após períodos de chuva, as lagoas costumam estar cheias; com vento firme, as dunas ganham relevo fotogênico. 

Em feriados, reserve com antecedência, os pontos mais famosos lotam rápido.

Como chegar e circular a partir de Natal

Quem está hospedado em Ponta Negra costuma ser buscado pelo operador no hotel e devolvido ao final do tour. 

Dá também para ir por conta até Genipabu e combinar o buggy lá, respeitando sempre a sinalização nas dunas.

Para ajustar horários e tarifas sem correria, consulte sua passagem de ônibus com antecedência e programe o desembarque pensando em aproveitar a primeira manhã de passeio.

Se prefere viajar com viação tradicional e rotas frequentes para a capital potiguar, verifique as saídas da Gontijo nas opções executivo e leito, chegar descansado ajuda a emendar o roteiro das lagoas logo no dia 1.

O que levar e cuidados rápidos

Protetor solar, chapéu, óculos firmes e sandália que possa molhar já resolvem metade do dia. 

Leve água, um lanche leve e troco para taxas/atividades. Em áreas de duna, não ultrapasse as faixas de segurança e mantenha o lixo com você até encontrar coleta. Se for levar câmera, proteja de areia e respingos.

Para fechar com calma

Genipabu para emoção, Jacumã para brincar, Pitangui para desacelerar: três paradas, um roteiro redondo. 

Você volta com sal na pele, foto de lagoa espelhada e a certeza de que vale repetir a experiência — porque, aqui, o vento nunca desenha a mesma paisagem duas vezes.

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