Eduardo Bolsonaro alugou carro em Brasília e pediu reembolso nos EUA

m colorida de Eduardo Bolsonaro

Deputado cassado questiona a legalidade de despesas durante autoexílio

Eduardo Bolsonaro alugou um carro em Brasília e pediu reembolso enquanto estava nos EUA, gerando polêmica.

Polêmica sobre reembolso de Eduardo Bolsonaro

O deputado cassado Eduardo Bolsonaro alugou um carro em Brasília e pediu reembolso enquanto estava nos Estados Unidos, gerando uma controvérsia significativa sobre a legalidade do uso de recursos públicos. No dia 5 de março de 2025, ele alugou um Jeep Commander por R$ 8 mil, mas a questão surge pelo fato de que já estava autoexilado quando a nota foi emitida.

Detalhes do aluguel e reembolso

Segundo dados da Câmara dos Deputados, Eduardo recebeu um reembolso de R$ 5.333,34. Além disso, uma nota referente ao abastecimento do veículo, datada em 9 de março, totalizou R$ 195,68. Outras despesas, que somam R$ 642,09, também foram reembolsadas. No total, o gabinete de Eduardo gastou R$ 15.615,82 em março de 2025, englobando:

  • Manutenção de escritório de apoio: R$ 8.614,74
  • Telefonia: R$ 906,05
  • Locação de veículos: R$ 5.333,34
  • Táxi, pedágio e estacionamento: R$ 119,60
  • Combustíveis e lubrificantes: R$ 642,09

Estas despesas foram incluídas na cota parlamentar, que é um recurso disponibilizado pelo Legislativo para cobrir gastos relacionados ao exercício do mandato.

Uso dos recursos públicos em debate

A utilização de recursos públicos por parte de Eduardo Bolsonaro enquanto estava fora do país levanta questões sobre a regulamentação e fiscalização das cotas parlamentares. A Câmara dos Deputados parou de divulgar a transparência dos gastos em setembro. A assessoria de Eduardo não respondeu aos pedidos de informação sobre se o aluguel e o abastecimento do carro foram feitos por uma terceira pessoa.

Eduardo Bolsonaro foi cassado por acúmulo de faltas na Câmara, onde não compareceu a um terço das sessões. Desde fevereiro do ano anterior, ele reside nos Estados Unidos e, embora tenha tentado exercer seu mandato à distância, essa tentativa foi barrada. Assim, ele se tornou inelegível para votar à distância.

Consequências e repercussões

A Constituição brasileira prevê que parlamentares que faltam a um terço das sessões perdem o mandato, o que foi o caso de Eduardo. Não houve necessidade de análise em Conselho de Ética ou no plenário da Casa, uma vez que a regra é clara. A situação continua a ser discutida pelo público e especialistas em ética parlamentar.

A reportagem busca esclarecer a situação e aguarda resposta da assessoria de Eduardo Bolsonaro sobre o assunto. Enquanto isso, a população permanece atenta às movimentações na política brasileira e ao uso de recursos públicos por representantes eleitos.

Fonte: www.metropoles.com

Fonte: m colorida de Eduardo Bolsonaro

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