Um novo produto da indústria brasileira de bebidas chamou atenção do mercado nas últimas semanas. O energético Baly Tadala, lançado pela fabricante catarinense Baly Brasil, registrou cerca de 23 milhões de pedidos em apenas 25 dias, segundo a própria empresa.
O nome inusitado — uma referência bem-humorada ao termo popular associado ao medicamento tadalafila — ajudou a impulsionar a curiosidade do público e transformou o lançamento em um dos maiores cases virais recentes do setor de bebidas.
Viral nas redes e corrida aos mercados
Logo após chegar aos pontos de venda, o energético virou assunto nas redes sociais. Consumidores começaram a publicar vídeos testando o produto, fazendo piadas e até relatando dificuldade para encontrar latas nas prateleiras.
Em várias cidades, mercados registraram ruptura de estoque poucos dias após a distribuição inicial. O efeito foi impulsionado principalmente pelo TikTok e Instagram, onde influenciadores ajudaram a espalhar o nome do produto.
O que tem no energético
Apesar do apelido sugestivo, a fabricante afirma que o produto não possui qualquer substância relacionada a medicamentos.
A fórmula segue o padrão dos energéticos tradicionais, contendo:
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Cafeína
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Taurina
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Vitaminas do complexo B
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Açúcares ou versão zero
Ou seja, o efeito é estimulante comum, igual a outros energéticos do mercado.
Estratégia de marketing ousada
Especialistas em marketing apontam que o sucesso não veio apenas do sabor ou composição, mas da estratégia de naming e humor.
O nome provocativo:
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gera curiosidade imediata
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incentiva compartilhamento espontâneo
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cria debate online
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funciona como publicidade gratuita
Na prática, o produto virou um meme antes mesmo de virar bebida — e isso se refletiu nas vendas.
Empresa comemora sucesso
A Baly informou que a demanda superou qualquer previsão inicial e já trabalha para ampliar a produção. A empresa também destacou que o produto é apenas uma edição temática dentro da linha de energéticos.
O caso já é considerado um dos maiores lançamentos virais do setor de bebidas no Brasil em 2026, mostrando como o marketing digital pode transformar um produto comum em fenômeno de consumo praticamente da noite para o dia.