Escape de xixi durante o treino é comum, mas tem solução

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Entenda os motivos e o papel do seu treinador no cuidado com esse problema

 

 

 

Apesar de não ser muito comentado, o escape de xixi durante treinos ou corrida é mais comum do que se imagina. Pode acontecer tanto com homens quanto com mulheres, mas é mais frequente nelas, principalmente após a gravidez ou quando há enfraquecimento do assoalho pélvico.

O profissional de Educação Física Luiz Fernando Lukas explica que, durante a corrida, o impacto repetitivo aumenta a pressão sobre a bexiga e, se os músculos que sustentam essa região não estiverem fortes o suficiente, pode ocorrer o escape. “Além disso, beber muito líquido antes do treino, o consumo de cafeína ou outros diuréticos, alterações hormonais e até uma postura ou respiração inadequadas podem contribuir para esse problema”, conta Lukas.

“A boa notícia é que existem formas simples de lidar com isso. Fortalecer o assoalho pélvico com exercícios faz muita diferença. Também ajuda evitar correr com a bexiga cheia, indo ao banheiro antes de começar o treino, mesmo sem muita vontade. Reduzir o consumo de cafeína antes da atividade e escolher roupas com boa compressão também podem trazer mais segurança. E, claro, buscar um especialista, como urologista ou ginecologista, é importante para avaliar cada caso e indicar o melhor tratamento”, orienta o personal trainer.

Luiz Fernando, que é pós-graduado em Musculação e Treinamento de Força, diz ainda que, para as mulheres, vale um alerta especial. “O escape é ainda mais comum após o parto ou com o passar dos anos, mas não deve ser encarado como algo normal ou inevitável. Existe solução e ninguém precisa conviver com isso em silêncio”, aponta Lukas.

“Converse também com o profissional de Educação Física que te acompanha. Ele não faz diagnóstico nem tratamento clínico, mas consegue orientar e adaptar o treino de forma segura. Ao ouvir relatos de desconforto ou episódios de escape, o professor ou treinador pode ajustar exercícios, orientar sobre postura e respiração e, se necessário, modificar o treino. Também é interessante incluir exercícios que auxiliem no fortalecimento do core e do assoalho pélvico”, finaliza Luiz Fernando Lukas.

 

Fonte e foto: Assessoria de Imprensa.

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