Ex-BBB Monique Amin aborda assédio no reality após 14 anos

Reprodução: Redes Sociais

Monique Amin compara casos de assédio no BBB e destaca avanços no acolhimento às vítimas

Ex-BBB Monique Amin comenta casos de assédio no BBB, relembra episódio de 14 anos atrás e aponta avanços no acolhimento às vítimas.

O recente caso de assédio no BBB 26 trouxe à tona discussões sobre o tratamento dado a essas situações dentro do reality show, sobretudo após a desistência de Pedro Henrique Espíndola, acusado de assediar a participante Jordana na despensa do programa. Em meio a investigações policiais e repercussão nas redes sociais, Monique Amin, participante da 12ª edição do BBB, decidiu compartilhar sua vivência com um episódio semelhante ocorrido há 14 anos.

Contexto histórico e críticas ao passado

Monique Amin destacou que, durante sua participação, o acolhimento às vítimas era praticamente inexistente, com manipulações que a fizeram duvidar de sua própria experiência. Ela comentou que chegou a inocentar publicamente o agressor por medo e desinformação, ressaltando a dificuldade para as vítimas expressarem suas dores e o julgamento até mesmo por outras mulheres.

Avanços na percepção social e apoio atual

Comparando o cenário atual com o de 2012, Monique reconheceu avanços significativos no entendimento público e da produção do programa sobre o que constitui assédio e a importância do consentimento. Ela percebe que o público hoje compreende melhor a gravidade desses atos e que a emissora se posiciona de maneira mais aberta e clara, dando mais suporte às vítimas.

Reflexões sobre o caso Pedro e a saída do reality

A ex-BBB pontuou que a desistência de Pedro não foi um ato de arrependimento, mas uma estratégia para evitar a expulsão direta, que teria maior impacto diante dos participantes e espectadores. Ela enfatizou a necessidade de que a justiça seja rigorosa nesse caso para que o desfecho não se assemelhe ao seu, em que o agressor não sofreu sanções legais.

Impacto duradouro e memória

Monique relata que, mesmo anos depois, ainda recebe mensagens do participante que a vitimou, evidenciando os traumas persistentes decorrentes de tais situações. Seu depoimento reforça a importância de um ambiente seguro e de mecanismos efetivos para proteção e acolhimento das vítimas dentro e fora dos reality shows.

Este relato histórico e a análise do caso atual ressaltam o papel dos meios de comunicação e do público na evolução do diálogo sobre assédio, apontando para a necessidade de constante vigilância e aprimoramento das políticas de proteção às pessoas que participam desses programas.

Fonte: baccinoticias.com.br

Fonte: Reprodução: Redes Sociais

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