Ex-presidente do Rioprevidência é preso em operação da PF

Deivis Marcon Antunes foi detido na rodovia Presidente Dutra

Ex-presidente do Rioprevidência, Deivis Marcon Antunes, foi preso nesta terça-feira em operação policial.

Deivis Marcon Antunes, que ocupou a presidência do Rioprevidência, foi preso em uma ação conjunta da Polícia Federal (PF) e da Polícia Rodoviária Federal (PRF) na terça-feira, 3 de fevereiro de 2026. A operação ocorreu na rodovia Presidente Dutra, no sul do Estado do Rio de Janeiro, onde o ex-executivo foi abordado e detido.

Contexto da prisão

A prisão de Antunes está ligada a investigações mais amplas sobre a administração do Rioprevidência, um fundo crucial para a previdência social no estado. O órgão gerencia recursos que são fundamentais para garantir a aposentadoria de milhares de servidores públicos. A apuração das atividades do fundo vem sendo realizada há meses, com foco em possíveis irregularidades e malversação de recursos públicos.

Detalhes da operação policial

Até o momento, não foram divulgados detalhes específicos sobre as acusações que levaram à prisão de Deivis Marcon Antunes. A Jovem Pan está tentando obter informações adicionais junto às corporações responsáveis pela operação, a PF e a PRF. A defesa do ex-presidente do Rioprevidência ainda não foi localizada, mas o espaço está aberto para que possam se manifestar sobre a detenção.

Implicações e reações

A detenção de uma figura proeminente como o ex-presidente do Rioprevidência levanta questões sérias sobre a governança e a integridade das instituições públicas. Em meio a uma crise de confiança nas administrações estaduais, este caso poderá ter repercussões significativas tanto para o governo do Estado do Rio de Janeiro quanto para a condução de futuras investigações sobre corrupção. A sociedade aguarda esclarecimentos sobre a situação e possíveis desdobramentos que possam surgir desse caso.

Conclusão

A prisão de Deivis Marcon Antunes representa um passo importante na luta contra a corrupção dentro da administração pública. O desfecho dessa investigação poderá influenciar a confiança da população nas instituições e na gestão dos recursos públicos. A situação permanece em atualização conforme mais informações se tornam disponíveis.

Fonte: jovempan.com.br

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